O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, revelou ontem, sexta-feira que o número de casos da gripe suína (H1N1) subiu para seis no Brasil, após o anúncio dos quatro primeiros casos na véspera. Os dois casos adicionais foram registrados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, onde foi confirmado o resultado positivo em uma criança de sete anos. A menina pouco catarinense esteve na Flórida e voltou ao país no dia 3 de maio, segundo Temporão em entrevista coletiva.
Já o novo caso carioca é de um amigo do jovem brasileiro contaminado pela gripe suína em Cancun cujo resultado positivo foi divulgado na quinta-feira, o que indica que houve transmissão da gripe H1N1 de pessoa para pessoa, algo inédito até então no país, o que faz com que o país seja o sétimo no mundo a registrar manifestação autóctone (transmitida dentro do próprio país) da doença."Houve transmissão do vírus no país", declarou o ministro da Saúde, esclarecendo que nesse caso a vitima foi infectada sem ter saído do país.
Em Santa Catarina, a vítima é uma menina de 7 anos que esteve de férias na Flórida, nos Estados Unidos. Ela estava internada desde segunda-feira no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, a paciente já teve alta, está sem sintomas e passa bem. O Brasil ainda aguarda, possivelmente para sábado, o resultado de seis exames realizados.
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As autoridades recomendam às pessoas que estão sendo monitoradas que permaneçam, voluntariamente, por 10 dias em casa, em ambiente arejado e com o uso de máscara. Caso as pessoas apresentem os sintomas da gripe, elas serão levadas a um dos quatro hospitais hospitais de referência no Rio. Há, no momento, 100 leitos disponíveis no estado. O transporte será feito por ambulâncias que estão de prontidão no Centro de Operações de Emergência, localizado na Praça da Bandeira.
– Sabemos que podem ocorrer falhas no sistema de monitoramento do país, mas a situação, por enquanto, é de tranquilidade. O vírus não está circulando no país - declarou Temporão.
No Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim foi criada uma unidade para acolhimento de passageiros de voos vindos de países com casos da influenza A. O espaço tem área de recepção e acolhimento com 100 assentos, local para entrevistas de passageiros suspeitos de estar com a doença, cinco quartos de observação e mais uma área de 24 assentos, para que pacientes de menor gravidade esperarem a transferência para um dos quatro hospitais de referência.
– Há uma orientação para que todas as tripulações dos vôos descrevam os sintomas da gripe para que os passageiros que os apresentarem se identifiquem. O caso, então, é repassado à torre, que o relata à ANVISA. – explicou o diretor da ANVISA, José Agenor Álvares. – As pessoas que estavam sentadas próximas também são isoladas. O mesmo procedimento está sendo feito nos portos.
O primeiro país da América do Sul a ter caso da gripe confirmado foi a Colômbia. Na quinta-feira, a Argentina também confirmou seu primeiro caso. Em todo mundo, já existem mais de 3.000 casos confirmados, segundo os últimos números da Organização Mundial de Saúde.
A doença matou 45 pessoas no México, principal foco do vírus, e duas nos Estados Unidos.
Nesta sexta-feira, a OMS manteve o alerta pandêmico mundial no nível 5 (numa escala que vai até 6), pois o vírus da gripe H1N1 ainda não ganhou força fora das Américas.
Sylvie Briand, diretora interina do programa global de influenza da OMS, disse que a maioria das pessoas infectadas pela nova cepa ao redor do mundo importou o vírus de viagens ao México ou esteve muito próximo de pessoas que viajaram.
A fase 5 indica que uma pandemia é "iminente" e sinaliza a governos ao redor do mundo que se preparem para combatê-la. Para decretar fase 6, a OMS teria de verificar a disseminação do novo vírus de forma sustentada em um país fora das Américas
Já o novo caso carioca é de um amigo do jovem brasileiro contaminado pela gripe suína em Cancun cujo resultado positivo foi divulgado na quinta-feira, o que indica que houve transmissão da gripe H1N1 de pessoa para pessoa, algo inédito até então no país, o que faz com que o país seja o sétimo no mundo a registrar manifestação autóctone (transmitida dentro do próprio país) da doença."Houve transmissão do vírus no país", declarou o ministro da Saúde, esclarecendo que nesse caso a vitima foi infectada sem ter saído do país.
Em Santa Catarina, a vítima é uma menina de 7 anos que esteve de férias na Flórida, nos Estados Unidos. Ela estava internada desde segunda-feira no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, a paciente já teve alta, está sem sintomas e passa bem. O Brasil ainda aguarda, possivelmente para sábado, o resultado de seis exames realizados.
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As autoridades recomendam às pessoas que estão sendo monitoradas que permaneçam, voluntariamente, por 10 dias em casa, em ambiente arejado e com o uso de máscara. Caso as pessoas apresentem os sintomas da gripe, elas serão levadas a um dos quatro hospitais hospitais de referência no Rio. Há, no momento, 100 leitos disponíveis no estado. O transporte será feito por ambulâncias que estão de prontidão no Centro de Operações de Emergência, localizado na Praça da Bandeira.
– Sabemos que podem ocorrer falhas no sistema de monitoramento do país, mas a situação, por enquanto, é de tranquilidade. O vírus não está circulando no país - declarou Temporão.
No Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim foi criada uma unidade para acolhimento de passageiros de voos vindos de países com casos da influenza A. O espaço tem área de recepção e acolhimento com 100 assentos, local para entrevistas de passageiros suspeitos de estar com a doença, cinco quartos de observação e mais uma área de 24 assentos, para que pacientes de menor gravidade esperarem a transferência para um dos quatro hospitais de referência.
– Há uma orientação para que todas as tripulações dos vôos descrevam os sintomas da gripe para que os passageiros que os apresentarem se identifiquem. O caso, então, é repassado à torre, que o relata à ANVISA. – explicou o diretor da ANVISA, José Agenor Álvares. – As pessoas que estavam sentadas próximas também são isoladas. O mesmo procedimento está sendo feito nos portos.
O primeiro país da América do Sul a ter caso da gripe confirmado foi a Colômbia. Na quinta-feira, a Argentina também confirmou seu primeiro caso. Em todo mundo, já existem mais de 3.000 casos confirmados, segundo os últimos números da Organização Mundial de Saúde.
A doença matou 45 pessoas no México, principal foco do vírus, e duas nos Estados Unidos.
Nesta sexta-feira, a OMS manteve o alerta pandêmico mundial no nível 5 (numa escala que vai até 6), pois o vírus da gripe H1N1 ainda não ganhou força fora das Américas.
Sylvie Briand, diretora interina do programa global de influenza da OMS, disse que a maioria das pessoas infectadas pela nova cepa ao redor do mundo importou o vírus de viagens ao México ou esteve muito próximo de pessoas que viajaram.
A fase 5 indica que uma pandemia é "iminente" e sinaliza a governos ao redor do mundo que se preparem para combatê-la. Para decretar fase 6, a OMS teria de verificar a disseminação do novo vírus de forma sustentada em um país fora das Américas


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