O piloto australiano Mark Webber conquistou a sua terceira pole position do ano, a quarta de sua carreira. Vencedor da última corrida na Espanha, o piloto da Red Bull fez o melhor tempo do fim de semana e vai largar na frente na corrida que terá largada às 9 horas (de Brasília). Com Fernando Alonso fora dos treinos, devido a uma batida na sessão livre que o obrigará i largar em último, dos boxes, Felipe Massa esteve entre os mais rápidos e vai largar em quarto lugar. O brasileiro Rubens Barrichello sai na nona posição. Webber obteve a pole nos instantes finais do treino, desbancando o polonês Robert Kubica, que deixou muitos favoritos para trás e conseguiu a segunda posição. O alemão Sebastian Vettel, também da Red Bull vai largar em terceiro lugar
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15 de maio de 2010
WEBBER CONQUISTA POLE, MASSA É QUARTO
O piloto australiano Mark Webber conquistou a sua terceira pole position do ano, a quarta de sua carreira. Vencedor da última corrida na Espanha, o piloto da Red Bull fez o melhor tempo do fim de semana e vai largar na frente na corrida que terá largada às 9 horas (de Brasília). Com Fernando Alonso fora dos treinos, devido a uma batida na sessão livre que o obrigará i largar em último, dos boxes, Felipe Massa esteve entre os mais rápidos e vai largar em quarto lugar. O brasileiro Rubens Barrichello sai na nona posição. Webber obteve a pole nos instantes finais do treino, desbancando o polonês Robert Kubica, que deixou muitos favoritos para trás e conseguiu a segunda posição. O alemão Sebastian Vettel, também da Red Bull vai largar em terceiro lugar16 de setembro de 2009
RENAULT DEMITE BRIATORE E SYMONDS
Renault demite Briatore e Symonds
Em comunicado, equipe francesa diz que não contestará acusações e admite, de forma indireta, a armação do GP de Cingapura de 2008
Em comunicado, equipe francesa diz que não contestará acusações e admite, de forma indireta, a armação do GP de Cingapura de 2008
A Renault anunciou hoje a demissão de Flavio Briatore e Pat Symonds, respectivamente chefe de equipe e diretor de engenharia da equipe de Fórmula 1. A equipe francesa foi acusada pelo piloto brasileiro Nelsinho Piquet de armar o acidente que ele sofreu no GP de Cingapura do ano passado para favorecer a vitória do outro integrante da equipe, Fernando Alonso. A demissão acontece poucos dias antes da reunião da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), marcada para o dia 21. De acordo com o comunicado oficial da Renault, a montadora não vai contestar as acusações da FIA
Segundo comunicado oficial emitido na manhã desta quarta-feira, a Renault não vai contestar as acusações na reunião do Conselho Mundial.Nelsinho Piquet disse à FIA que Briatore e Symonds pediram para ele causar um acidente na corrida, para forçar a entrada do safety car na pista. A batida na volta 14 foi planejada pelos três.
Com as saídas e, principalmente, com o anúncio de que não vai contestar as acusações, a Renault acaba por admitir, ainda que indiretamente, que a batida de Nelsinho Piquet em Cingapura foi armada nos bastidores. No entanto, a equipe não deixa claro, no comunicado, se Briatore e Symonds foram demitidos, optaram por sair ou houve algum tipo de acordo entre as partes.
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13 de setembro de 2009
BARRICHELLO VENCE GP DE MONZA E DOMINUI DIFERENÇA PARA BUTTON
Rubens Barrichello venceu o GP da Itália, na F-1 neste domingo, , em Monza. O brasileiro dividiu o pódio com o companheiro de equipe e líder do Mundial de pilotos, Jenson Button, diminuindo a vantagem do rival de 16 para 14 pontos,faltando quatro corridas para o término da temporada. O terceiro colocado foi Kimi Raikkonen, da Ferrari.
Esta foi a segunda vitória do brasileiro em 2009. Barrichello triunfou também no GP da Europa, disputado em Valência, no dia 23 de agosto. A conquista quebrou um jejum de vitórias de Barrichello na F-1, que perdurava desde 2004. É também a terceira dele no circuito de Monza.
Lewis Hamilton, que havia largado na pole e ocupava a terceira posição, rodou no final da corrida e deu a posição para Raikkonen. Button mantém a liderança com 80 pontos, contra 66 de Barrichello.
Na largada, atrás de Hamilton, veio uma Force India. A equipe já havia surpreendido no GP da Bélgica, com a pole e o segundo lugar de Giancarlo Fisichella --o resultado levou o italiano para a Ferrari, como suplente temporário de Massa, que se recupera de cirurgia após o acidente na Hungria. Desta vez, seu outro piloto, Adrian Sutil, largou na segunda colocação do grid.
No entanto, Sutil perdeu o lugar logo de cara para Kimi Raikkonen, da Ferrari. Barrichello largou na quinta posição, à frente de Button, sexto. Logo no início, ambos passaram Heikki Kovalainen (McLaren), ganhando uma posição, e viram um dos rivais na disputa pelo título, o australiano Webber, deixar a prova.
Barrichello começou a corrida com o carro mais pesado entre os dez primeiros do grid, para apenas uma parada, assim como Button. Os líderes até então, Hamilton, Raikkonen e Sutil foram para os boxes primeiro, deixando os dois pilotos da Brawn travando uma árdua disputa para ver quem conseguiria ir para o pit-stop em melhores condições.
Button foi primeiro para os boxes, e Barrichello, na volta seguinte. O tempo de reabastecimento dos dois foi quase o mesmo, o brasileiro voltou na frente. Hamilton, com estratégia de duas paradas, aproveitou para acelerar o ritmo e abrir diferença para os dois --mas voltou logo atrás dos rivais quando parou novamente.
Poucas voltas depois, Raikkonen e Sutil também pararam pela segunda vez. Os pilotos da Brawn aproveitaram a brecha e assumiram as duas primeiras posições. Hamilton ainda tentou roubar a posição de Button, mas não conseguiu. Hamilton rodou e deu o lugar no pódio para Raikkonen.
A próxima etapa da F-1 será disputada em Cingapura, no dia 27 de setembro. A temporada segue por Japão, Brasil e se encerra nos Emirados Árabes Unidos.
Esta foi a segunda vitória do brasileiro em 2009. Barrichello triunfou também no GP da Europa, disputado em Valência, no dia 23 de agosto. A conquista quebrou um jejum de vitórias de Barrichello na F-1, que perdurava desde 2004. É também a terceira dele no circuito de Monza.
Lewis Hamilton, que havia largado na pole e ocupava a terceira posição, rodou no final da corrida e deu a posição para Raikkonen. Button mantém a liderança com 80 pontos, contra 66 de Barrichello.
Na largada, atrás de Hamilton, veio uma Force India. A equipe já havia surpreendido no GP da Bélgica, com a pole e o segundo lugar de Giancarlo Fisichella --o resultado levou o italiano para a Ferrari, como suplente temporário de Massa, que se recupera de cirurgia após o acidente na Hungria. Desta vez, seu outro piloto, Adrian Sutil, largou na segunda colocação do grid.
No entanto, Sutil perdeu o lugar logo de cara para Kimi Raikkonen, da Ferrari. Barrichello largou na quinta posição, à frente de Button, sexto. Logo no início, ambos passaram Heikki Kovalainen (McLaren), ganhando uma posição, e viram um dos rivais na disputa pelo título, o australiano Webber, deixar a prova.
Barrichello começou a corrida com o carro mais pesado entre os dez primeiros do grid, para apenas uma parada, assim como Button. Os líderes até então, Hamilton, Raikkonen e Sutil foram para os boxes primeiro, deixando os dois pilotos da Brawn travando uma árdua disputa para ver quem conseguiria ir para o pit-stop em melhores condições.
Button foi primeiro para os boxes, e Barrichello, na volta seguinte. O tempo de reabastecimento dos dois foi quase o mesmo, o brasileiro voltou na frente. Hamilton, com estratégia de duas paradas, aproveitou para acelerar o ritmo e abrir diferença para os dois --mas voltou logo atrás dos rivais quando parou novamente.
Poucas voltas depois, Raikkonen e Sutil também pararam pela segunda vez. Os pilotos da Brawn aproveitaram a brecha e assumiram as duas primeiras posições. Hamilton ainda tentou roubar a posição de Button, mas não conseguiu. Hamilton rodou e deu o lugar no pódio para Raikkonen.
A próxima etapa da F-1 será disputada em Cingapura, no dia 27 de setembro. A temporada segue por Japão, Brasil e se encerra nos Emirados Árabes Unidos.
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Fórmula 1
12 de setembro de 2009
BRIATORE ATACA FAMÍLIA PIQUET
Em entrevista à imprensa em Monza, onde amanhã ocorre o GP da Itália, Flavio Briatore falou pouco sobre a manipulação que teria sido armada pela Renault no GP de Cingapura de 2008 e muito sobre Nelsinho Piquet, a quem chamou de “frágil”, “mimado”, entre outros ataques pessoais.
Sobre o acidente que teria sido combinado entre ele, o engenheiro Pat Symonds e Nelsinho, o chefe da Renault foi evasivo. Disse que Nelsinho bateu umas 17 vezes e que Fernando Alonso só venceu em Cingapura porque Felipe Massa e Robert Kubica tiveram problemas. Falou ainda que renovou contrato com o brasileiro por falta de opção.– Em 2008, Nelson ganhava US$ 1,5 milhão por ano. Renovei por US$ 1 milhão e coloquei uma cláusula dizendo que, se não tivesse uma boa performance, estaria fora no GP da Alemanha. Se ele tivesse me feito algum favor, não seria assim – declarou, ao confirmar que a Renault pretende processar a família Piquet.
Briatore acusou Nelson Piquet, o pai, de querer sujar seu nome, e insinuou ainda que a rusga com Nelsinho é de ordem pessoal. Ele teria sido acusado pelo piloto de, ao forçar sua mudança de Oxford para Londres, tê-lo afastado de um homem mais velho cujo tipo de relação “não se sabe”.
O piloto brasileiro emitiu uma breve nota ontem. No texto, diz que, por ter falado a verdade à FIA, não tem “nada a temer” e que não se manifestará até a audiência de 21 de setembro no Conselho Mundial de Automobilismo, em que a Renault e seus dirigentes poderão ser banidos da Fórmula-1.
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11 de setembro de 2009
CHOQUE NA FÓRMAULA 1
Nelsinho Piquet não será punido por ter participado de acidente premeditado
Ao fazer a denúncia, o piloto brasileiro recebeu a garantia da FIA de que se livrará das acusações de ter participado da trama
Ao fazer a denúncia, o piloto brasileiro recebeu a garantia da FIA de que se livrará das acusações de ter participado da trama
O piloto brasileiro Nelsinho Piquet admitiu em um documento entregue para a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no dia 29 de julho que recebeu orientação da equipe Renault para bater seu carro propositalmente no Grande Prêmio de Cingapura de 2008, e favorecer seu colega de escuderia, Fernando Alonso. O documento se tornou público ontem. Nelsinho afirmou que “foi convidado a bater” na 13ª volta por Flavio Briatore, diretor da Renault, e por Pat Symonds, diretor técnico. Foi Symonds, segundo o depoimento de Nelsinho, quem apontou a curva exata em que deveria acontecer o acidente. O piloto afirmou que em nenhum momento a Renault ofereceu a renovação de seu contrato em troca da batida. “Mas naquele contexto, eu achei que ajudaria”, declarou. O contrato do piloto não foi renovado. Ele foi demitido da Renault no início de agosto, poucos dias depois de entregar o depoimento à FIA. Segundo a revista britânica Autosport, Briatore e Symonds afirmam que a idéia do acidente foi de Nelsinho. A Renault e Flavio Briatore, seu chefe, divulgara um comunicado hoje informando que entraram com um processo contra Nelson Piquet e Nelsinho Piquet. O time acusa ambos por tentativa de chantagem
7 de setembro de 2009
FIA CONVOCA RENAULT PARA EXPLICAR ACIDENTE COM PIQUET
A equipe Renault de Fórmula 1 foi intimada a explicar à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) as alegações de que a equipe teria voluntariamente causado um acidente na temporada do ano passado.
"Representantes da Renault foram requisitados a comparecer em uma reunião extraordinária da FIA em Paris, na segunda-feira 21 de setembro de 2009", afirma a nota da entidade.
"Os representantes estão sendo chamados para explicar acusações, incluindo a violação do artigo 151c do Código Automobilístico Internacional, que a equipe conspirou com seu piloto, Nelson Piquet Jr., para deliberadamente causar um acidente no GP de Cingapura de 2008 com o objetivo de forçar a entrada do safety car para beneficiar seu outro piloto, Fernando Alonso", prossegue.
A investigação foi iniciada após denúncia feita pela TV Globo durante o GP da Bélgica da semana passada.
Segundo a alegação, o dono da Renault, Flavio Briatore teria pedido para que Nelsinho batesse o carro.
"Representantes da Renault foram requisitados a comparecer em uma reunião extraordinária da FIA em Paris, na segunda-feira 21 de setembro de 2009", afirma a nota da entidade.
"Os representantes estão sendo chamados para explicar acusações, incluindo a violação do artigo 151c do Código Automobilístico Internacional, que a equipe conspirou com seu piloto, Nelson Piquet Jr., para deliberadamente causar um acidente no GP de Cingapura de 2008 com o objetivo de forçar a entrada do safety car para beneficiar seu outro piloto, Fernando Alonso", prossegue.
A investigação foi iniciada após denúncia feita pela TV Globo durante o GP da Bélgica da semana passada.
Segundo a alegação, o dono da Renault, Flavio Briatore teria pedido para que Nelsinho batesse o carro.
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