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1 de junho de 2010

DIRCEU E PROTÓGENES, TROCAM AMABILIDADES NA FESTA DE ORLANDO SILVA

A Paulicéia ficou em festa no aniversário de 39 anos do ministro dos Esportes, Orlando Silva Jr. A festa reuniu cartolas do esporte, e alta cúpula petista, além de empresários que vivem à custa das receitas do esporte nacional. A comemoração foi no restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo, na noite desta segunda-feira (31). Um grupo de jazz distraia os convidados do ministro que é também dirigente do PC do B, que em 9 de junho, o ministro viajará para a África do Sul, de  saída para a Copa.
Presentes, o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira; o pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante; o ex-ministro José Dirceu; o pré-candidato do PCdoB ao Senado, Netinho de Paula; o delegado federal Protógenes Queiroz ( que também é filiado ao PC do B); o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero; os presidentes do São Paulo, Juvenal Juvêncio, e do Santos, Luis Álvaro de Oliveira; e o filho do presidente da República, Lulinha.
Às 23h, Orlando Silva agradeceu a celebração, organizada por sua mulher, a atriz Ana Cristina Petta, e lembrou que não será candidato em 2010, acenando apoio para o ex-presidente da UNE Gustavo Petta.
O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu chegou mais tarde ao evento. Antes de sentar-se na mesa do presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva, o petista se encontrou com o delegado Protógenes, pré-candidato do PCdoB a deputado federal. Dirceu foi citado em trechos e diálogos do inquérito da Operação Satiagraha.
- Ó o delegado que quis me prender! - anunciou, alto, Zé Dirceu.
E abraçou-o.
"Você tá em campanha?", quis saber o ex-ministro. Ambos trocaram confidências e amabilidades e cuparam a imprensa pelo que denominaram “a maldade das fofocas que envenenaram a relação dos dois” "Está tudo acabado", entreouviu-se, ao selarem as pazes. Protógenes afirmou a Dirceu que as intrigas nasceram dos "adversários do presidente Lula". Não se beijaram, mas trocaram o longo e demorado abraço. Foi lindo...
Até as 2h, a festa ainda não havia acabado, como prometeu Orlando Silva. Ao lado da banda de jazz, que a essa altura improvisava com um cantor de hip-hop, ele dançava e recebia os abraços dos retardatários.
Terra Magazine


A alta burguesia petista esteve reunida numa festinha na paulicéia, comemorando o aniversário do ministro Orlando Silva dos esportes e do partido comunista,. Marcou presença a mais graúda cartolagem do futebol dest’país, acompanhada do petezéu da mais fina linhagem. A cereja do bolo foi a chegada do comissário José Dirceu e seu encontro com o delegado federal comunista Protógenes Queiroz.

Fizeram as pazes, foi lindo.
- “Ó o delagado que quis me prender!”, falou  Dirceu, abraçando seu algoz na operação Satiahagra e selando a paz. “Você é candidato?”, puxou o animado papo, ouvindo-se então que a intriga estava acabada e de Protógenes para o comissário "Joseph" que as “intrigas” nasceram dos "adversários do presidente Lula".

30 de maio de 2009

EMPRESÁRIO ADVERSÁRIO DE DANIEL DANTAS NEGA TROCA DE TELEFONEMAS COM DELEGADO PROTÓGENES

DA AGÊNCIA BRASIL
São Paulo - Por meio de nota à imprensa, o empresário Luís Roberto Demarco Almeida negou hoje (29) ter trocado telefonemas com o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, responsável pelas investigações iniciais da Operação Satiagraha.
Segundo ele, seus advogados analisaram os documentos da Justiça Federal e não encontraram “nenhum registro de ligação entre o delegado Protógenes Queiroz e a Nexxy Capital Brasil”, empresa da qual é proprietário.
Em sua decisão de segunda-feira (25), o juiz Ali Mazloum, que atuou no processo de investigações sobre o vazamento de informações da Operação Satiagraha, aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra Protógenes Queiroz pelos crimes de violação de sigilo e fraude processual.
O juiz também questionou a suposta troca de ligações entre o delegado da PF e as empresas Nexxy Capital Brasil e P.H.A Comunicação e Serviços, que pertenceriam a Demarco, ex-sócio do banco Opportunity e adversário do banqueiro Daniel Dantas, e o jornalista Paulo Henrique Amorim. O juiz determinou a instauração de inquérito policial específico para apurar a troca de ligações.
“Esse inusitado fato deverá ser exaustivamente investigado, com rigor e celeridade, para apurar eventual relação de ligações com a investigação policial em questão, vez que inadmissível e impensável que grupos econômicos, de um lado ou de outro, possam permear atividades do Estado”, diz o juiz no documento da denúncia contra o delegado Protógenes Queiroz.
Demarco diz que seus advogados despacharam uma petição ao juiz Ali Mazloum ressaltando a inexistência das ligações telefônicas e requisitando providências sobre o assunto. “Acreditamos que a tentativa de induzir o meritíssimo juiz a erro faz parte de uma estratégia do banqueiro Daniel Dantas visando tumultuar outros processos nos quais é réu”, diz o empresário, em nota