1 de junho de 2010
GOVERNO CORTA R$ 1,28 BILHÃO NA EDUCAÇÃO
28 de maio de 2010
LULA AUTÊNTICO LIBERAL E FALSO PROFETA
27 de maio de 2010
GOVERNO LULA OPTOU PELA "VIA MAFIOSA", DIZ VELLOZO LUCAS
24 de maio de 2010
LULA APROVEITA BRECHA NA LEGISLAÇÃO, E AUMENTA EM 63% DESPESAS COM PROMOÇÃO DA IMAGEM DO GOVERNO E DE SUA CANDIDATA
2 de maio de 2010
LEGALIZAÇÃO DE CASAS EM FAVELAS SÓ CHEGA A 13%
O Globo - 02/05/2010
ESCREVEU, MAS NÃO ESCRITUROU
Lula prometeu regularizar 1 milhão de residências, mas alcançou 136 mil
Sete anos depois de ser lançado com estardalhaço pelo governo federal, o programa Papel Passado, que previa regularizar títulos de propriedade em áreas pobres, pouco progrediu. A meta inicial previa beneficiar um milhão de famílias até 2006, mas até hoje apenas 136 mil famílias têm os títulos de suas propriedades registrados em cartório - só 13% do prometido, informa Catarina Alencastro. Outras 234 mil famílias receberam o documento, mas falta registro cartorial. O Ministério das Cidades diz que investiu R$ 50 milhões no programa e reconhece o atraso, mas diz que esbarra em dificuldades burocráticas. No Rio, na comunidade Quinta do Caju, uma das primeiras a ser incluída no projeto, só 23,6% das escrituras foram emitidas. "Não temos, no papel, tudo o que construímos", queixa-se a auxiliar de serviços gerais Georgina Luiz, que apelou à Defensoria Pública para tentar obter a escritura correta da casa.
Lançado por Lula em 2003, programa para legalizar moradias atinge só 13% da meta
Criado em 2003, primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o programa Papel Passado, destinado a dar títulos de propriedade a famílias que moram em áreas carentes, tinha a meta de beneficiar um milhão de famílias até 2006. Passados sete anos e com três anos de atraso em relação à meta inicial, porém, apenas 136 mil famílias têm, em mãos, os títulos de suas propriedades registrados em cartório — 13% do que havia sido prometido. Entram na conta beneficiários de ações diretas do governo federal e de estados e municípios, onde a União entrou com algum recurso. Apesar disso, a pré-candidata do governo à Presidência, a exministra Dilma Rousseff, disse na pré-campanha que “tranquilamente” é possível zerar o déficit habitacional no país em dez anos.
Segundo dados oficiais, outras 234 mil famílias já receberam o documento, mas falta o registro cartorial. No total, existe 1,6 milhão de processos abertos, a maioria ainda sem conclusão.
Segundo o Ministério das Cidades, de 2004 até agora, o governo investiu R$ 50 milhões no programa.
Esses recursos são repassados a prefeituras, estados, defensorias públicas e até a associações de moradores para acelerar a legalização das residências. Além da verba da União, o programa prevê apoio técnico.
No Estado do Rio, 122.905 famílias iniciaram o processo de regularização. Na capital, há 55.260 processos iniciados. O ministério não informou quantas pessoas receberam o registro no Rio.
Entre as grandes favelas cariocas incluídas no programa estão Rocinha, Alemão, Manguinhos, Pavão/Pavãozinho e Vidigal. Em alguns desses locais o governo também planeja obras de urbanização.
O diretor da Secretaria de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, Celso Santos Carvalho, reconhece a demora. Segundo ele, é impossível prever quanto tempo leva para que todas as etapas da regularização sejam cumpridas.
Na melhor das hipóteses, diz, dois anos.
Há casos que duram mais de sete.
— É uma corrida de obstáculos. A gente conseguiu simplificar um pouco com a lei de regularização fundiária, mas quando se trata de dar propriedade para um pobre no Brasil tudo é mais difícil — diz.
Entre as dificuldades, estão a falta de documentos dos beneficiários e até má vontade dos cartórios.
Além da legalização das propriedades, o processo de regularização passa por adequação à legislação ambiental e urbanística. A questão do risco em que as residências se encontram é sempre considerada, diz Carvalho.
— Onde for possível ficar, vai sendo feita a regularização. E, quando há risco, as pessoas são removidas — esclarece.
Ex-secretária de Habitação de Natal, Diana Motta executou um programa de regularização de vilas na capital potiguar para acomodar pessoas que viviam em área de risco. Ela reclama da burocracia no processo: — Temos que superar gargalos para agilizar a tramitação da regulamentação de propriedades no Brasil. Alguns procedimentos poderiam ser simplificados.
Caminhos para mais irregularidades
Para a coordenadora de Estudos Urbanos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Maria Piedade Morais, o fato de só um pequeno percentual das famílias ter recebido as escrituras das casas demonstra que o programa não é prioritário para o governo.
— A prioridade do governo é fazer obras visíveis, e esse programa não faz obra. Está no discurso do governo, mas não é prioridade, basta ver a alocação de recursos, que é baixa. Não é a menina dos olhos do governo, do Lula e da Dilma.
Ele (o programa) está muito mais no plano da retórica do que da ação — avalia.
A pesquisadora diz que dar escrituras para moradores de áreas ocupadas irregularmente não é solução, mas um remendo para um problema que não foi atacado na origem. Ela defende políticas públicas que previnam a formação dos loteamentos, em vez de tentar legalizá-los depois que estão consolidados.
— A expectativa de que tudo vai ser regularizado cria caminhos para mais irregularidade. É um paliativo. O ideal seria uma política habitacional para o público de baixa renda. — pondera.
A urbanização das favelas consta como meta do PAC, que previa R$ 15 bilhões para asfaltamento, encanamento e esgoto. O PAC-2 prevê, para os próximos quatro anos, investimentos de R$ 35 bilhões para essa finalidade
16 de outubro de 2009
NOVA AMEAÇA À VALE
O Globo - 16/10/2009
Governo quer taxar exportação mineral em até 5%. Empresa produz 79% do minério de ferro no país
13 de outubro de 2009
GOVERNO NÃO PAGA RESTITUIÇÃO DO IR, MAS CONTINUA AUMENTANDO AS DESPESAS
Apesar da forte queda na arrecadação, o governo Lula continua aumentando a máquina estatal, aparelhando os órgãos públicos com a contratação de funcionários, principalmente assessores e comissionados. Só este ano, foram autorizadas 26 mil novas vagas, sendo 14,4 mil no Poder Executivo. O impacto financeiro será de R$ 7,24 bilhões. Desde 2003, foram criados 57,1 mil novos cargos
Mesmo com a queda na arrecadação de R$ 56,7 bilhões até agosto, o ritmo de aprovação de leis criando cargos e funções comissionadas no âmbito dos três Poderes continuaram acelerados em 2009. Só este ano, segundo levantamento do deputado tucano Arnaldo Madeira (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sancionou 25 leis que aumentam despesas com criação de cargos ou funções comissionadas — os projetos foram enviados nos últimos anos. A política do governo Lula de ampliar a estrutura do funcionalismo resultou no ingresso de 57,1 mil novos servidores no Executivo entre 2003 e 2009. Para o mesmo período, o governo autorizou a criação, por concurso público, de 160.701 vagas.
Os cálculos do tucano apontam que as 25 leis sancionadas este ano têm um impacto financeiro de R$ 7,24 bilhões, já que elas preveem a criação de 26,1 mil vagas, sendo 14,4 mil no Poder Executivo (incluídas no total de 160 mil
11 de outubro de 2009
FORA DE FOCO E DE PROPÓSITO
O ESTADO DE SÃO PAULO
8 de setembro de 2009
TAXA DE APROVAÇÃO DO GOVERNO LULA CAI 4 PONTOS
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
A avaliação do governo federal e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caíram em setembro deste ano, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira. A aprovação da população brasileira ao governo do presidente Lula caiu de 69,8% em maio de 2009 para 65,4% em setembro. Já a avaliação positiva do presidente caiu de 81,5% em maio para 76,8% em setembro. O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, avalia que Lula e o governo tiveram queda na sua avaliação positiva em consequência de três fatores: o discurso do presidente de assumir as crises que atingem o país, aliado à crise que atingiu a Receita Federal e a percepção dos brasileiros em relação à ineficácia da saúde pública --especialmente após o surto de gripe suína
"Acredito que a queda é uma conjunção de três fatores, especialmente a postura política de comunicação do presidente Lula, com o discurso de linguagem de comunicação distante da população. Também há o efeito Lina Vieira [ex-secretária da Receita] e Dilma Rousseff [ministra da Casa Civil], onde temos pauta continuamente negativa, e a percepção da saúde", afirmou Guedes.
Em março deste ano, o governo Lula registrou a primeira queda em sua popularidade desde setembro do ano passado, quando a gestão do petista vinha registrando sucessivos recordes positivos. Em maio, a popularidade do governo voltou a crescer, mas caiu novamente este mês. Em setembro do ano passado, Lula teve avaliação pessoal considerada como positiva por 77,7% da população, enquanto o governo também foi avaliado positivamente por 68,8% dos brasileiros.
Entre os eleitores que avaliam negativamente o governo federal, o índice subiu de 5,8% em maio para 7,2% em setembro. Já os eleitores que avaliam o governo como regular somam 23,9% em maio contra 26,6% em setembro deste ano.
A avaliação negativa do presidente Lula também caiu em setembro, de acordo com a pesquisa. Segundo a CNT/Sensus, 18,7% dos brasileiros desaprovam o petista. Em maio, o índice negativo de Lula era de 15,7%. Outros 4,6% não responderam à pergunta em relação ao desempenho do presidente Lula.
Histórico
Até janeiro deste ano, os índices de popularidade de Lula foram superiores às avaliações de sua popularidade registradas em janeiro de 2003 --o ano em que foi empossado no cargo-- quando obteve 83,6% de aprovação.
O cenário mudou em março, de acordo com a CNT/Sensus, em consequência da crise econômica internacional. Os patamares positivos de avaliação do governo e do presidente voltaram a subir em maio, mas agora caíram novamente.
A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.
31 de julho de 2009
A NOVA CLASSE
O GLOBO 31/07/2009
8 de julho de 2009
SATISFAÇÃO GARANTIDA
O Estado de S. Paulo - 08/07/2009

