17 de maio de 2010 • 10h05 •
Gabeira: Marta pedirá desculpas por declarações; vou aceitar
O candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira, no começo da manhã desta segunda-feira (17) lamentou em seu Twitter as declarações de Marta Suplicy sobre a época em que ele foi militante contra a ditadura militar. "Daqui a alguns anos a Marta vai me pedir desculpas e eu certamente vou aceitar", escreveu ele em sua página.
A polêmica começou no último domingo (16) quando Marta atacou Gabeira para defender a participação na luta armada de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência. Durante um encontro na zona leste de São Paulo, a petista acusou a liderança do PV de ser "o escolhido para matar o embaixador", referindo-se ao caso do sequestro do diplomata americano Charles Elbrick, em 1968. Marta afirmou "que ninguém fala do Gabeira porque ele é pré-candidato ao governo do Rio e se aliou ao PSDB".
Gabeira disse em entrevista ao Terra que a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, está "completamente equivocada" e não havia nenhuma designação para ele assassinar o embaixador americano Charles Elbrick, em 1968. Elbrick foi trocado por presos políticos brasileiro entre eles, José Dirceu, atual aliado da pré-candidata petista ao senado de São Paulo. Gabeira disse que Marta “, está inventando coisas, está mentindo. Não havia escala para isso. Lamento que ela diga isso, até porque tem muinta gente dentro do PT que sabe bem dessa história”.
É verdade, tem mesmo muita gente do PT que conhece a história toda. Marta vai acabar recebendo algum puxão de orelha do Lula, por ter falado essa besteira. A alta cúpula petista que participa no governo Lula tem vários ex-terroristas. A começar pelo secretário de Imprensa da Presidência da República Franklin Martins homem do núcleo íntimo do Palácio do Planalto, que atuou ao lado de Gabeira no sequestro. Marta estava respondendo a críticas que se faz a Dilma Roussef ter sido terrorista eparticipado da dita “luta armada. Acabou criando um problema maior. Meteu-se num vespeiro
O pré-candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro reitera ter mudado sua compreensão sobre os fatos ocorridos na ditadura. "Hoje eu considero o sequestro uma forma de luta abominável, um desrespeito à lei e aos direitos humanos de pessoa sequestrada, da sua família, seus amigos", disse em 2007, ao jornal O Estado de S. Paulo.
Gabeira jamais negou sua ação nesse ato terrorista. E ao contrário de outros ex-terroristas, ele não entra nessa desculpa esfarrapada que “lutava contra a ditadura”, ou “pela democracia”, para justificar sua militância na esquerda armada.
Participante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), nos anos 60, Gabeira abordou o sequestro de Elbrick no livro "O que é isso, companheiro?" , que virou filme.
O pré-candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro reitera ter mudado sua compreensão sobre os fatos ocorridos na ditadura. "Hoje eu considero o sequestro uma forma de luta abominável, um desrespeito à lei e aos direitos humanos de pessoa sequestrada, da sua família, seus amigos", disse em 2007, ao jornal O Estado de S. Paulo.
Gabeira jamais negou sua ação nesse ato terrorista. E ao contrário de outros ex-terroristas, ele não entra nessa desculpa esfarrapada que “lutava contra a ditadura”, ou “pela democracia”, para justificar sua militância na esquerda armada.
Participante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), nos anos 60, Gabeira abordou o sequestro de Elbrick no livro "O que é isso, companheiro?" , que virou filme.
Gabeira disse que não vai processar dona Marta: “Vou ignorá-la. Como ela merece de uns anos para cá”.
Marta Suplicy, pré-candidata ao senado pelo PT, já deu vexame na campanha de 2008, insinuando que seu adversário Gilberto Kassab, que lhe ganhou a prefeitura paulistana, era homossexual. Pediu desculpa numa entrevista na tevê pelas declarações que fizera durante a propaganda eleitoral , na qual questionou a preferência sexual do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM)
Marta Suplicy, pré-candidata ao senado pelo PT, já deu vexame na campanha de 2008, insinuando que seu adversário Gilberto Kassab, que lhe ganhou a prefeitura paulistana, era homossexual. Pediu desculpa numa entrevista na tevê pelas declarações que fizera durante a propaganda eleitoral , na qual questionou a preferência sexual do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM)
Como fez na última,


Nenhum comentário:
Postar um comentário