O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) arrolou várias personalidades de peso político como suas testemunhas no processo a que responde por caujsa do mensalão. São 33 testemunhas, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do governo à presidência da República, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo depoimento deve ser confirmado nesta terça pela Justiça Federal para o próximo dia 16 de julho. Não bastassem esses, também foram convocados pelos advogados de Jefferson, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), o deputado Antonio Palocci (PT-SP), ex-ministro da Fazenda, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o deputado Ciro Gomes (PSB-CE).
- Quero que todos sejam ouvidos. No momento não tenho interesse em desisitir de ninguém - afirmou o advogado Luiz Francisco Correa Barbosa, que cuida do caso.
Segundo ele, todos os convocados serão obrigados a comparecer à Justiça Federal:
- Sob pena de condução coercitiva mandada pelo juiz - disse o advogado, que explica: - O processo é político, (por isso) é normal que nele intervenha (tantos) políticos.
Segundo Luiz Francisco, também estão arrolados como testemunhas os ministros José Múcio Monteiro, de Relações Institucionais, e Reinhold Stephanes, da Agricultua, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), o deputado Aldo Rebelo (PC-doB-SP), e o secretário Aloysio Nunes Ferreira, da Casa Civil do governo tucano de José Serra em São Paulo, entre outros. O ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, do Turismo, já foi ouvido em Belo Horizonte.
A Justiça Federal em São Paulo confirma que entre os dias 25 de maio e 5 de junho serão ouvidas cerca de 90 pessoas no processo do mensalão. O depoimento de Alckmin deve ser no dia 22, mas precisa ser confirmado. O advogado não revela o que deseja saber dos políticos que ele arrolou como testemunhas, alegando que o sigilo de seus questionamentos faz parte da estratégia da defesa do atual presidente nacional do PTB
- Quero que todos sejam ouvidos. No momento não tenho interesse em desisitir de ninguém - afirmou o advogado Luiz Francisco Correa Barbosa, que cuida do caso.
Segundo ele, todos os convocados serão obrigados a comparecer à Justiça Federal:
- Sob pena de condução coercitiva mandada pelo juiz - disse o advogado, que explica: - O processo é político, (por isso) é normal que nele intervenha (tantos) políticos.
Segundo Luiz Francisco, também estão arrolados como testemunhas os ministros José Múcio Monteiro, de Relações Institucionais, e Reinhold Stephanes, da Agricultua, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), o deputado Aldo Rebelo (PC-doB-SP), e o secretário Aloysio Nunes Ferreira, da Casa Civil do governo tucano de José Serra em São Paulo, entre outros. O ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, do Turismo, já foi ouvido em Belo Horizonte.
A Justiça Federal em São Paulo confirma que entre os dias 25 de maio e 5 de junho serão ouvidas cerca de 90 pessoas no processo do mensalão. O depoimento de Alckmin deve ser no dia 22, mas precisa ser confirmado. O advogado não revela o que deseja saber dos políticos que ele arrolou como testemunhas, alegando que o sigilo de seus questionamentos faz parte da estratégia da defesa do atual presidente nacional do PTB


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