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2 de junho de 2010

RESUMO DOS JORNAIS: VALOR ECONÔMICO



Manchete: Crédito consignado mantém expansão e já soma R$ 118 bi

Reajuste antecipado do salário mínimo, novos convênios de desconto em folha e uso recorrente da linha mais barata de empréstimo pessoal para aquisição de bens. Acrescente-se a isso o aumento do emprego formal, índices elevados de confiança do consumidor e a inclusão de 1,5 milhão de beneficiários do INSS ao sistema anualmente. O resultado da soma desses fatores é o crescimento do crédito consignado em ritmo acelerado. É o que mostram as estatísticas mais recentes do Banco Central.



No primeiro quadrimestre, as operações garantidas pelo desconto das parcelas direto no contracheque cresceram 38% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo um estoque de R$ 118,8 bilhões. Em volume, a modalidade só perde para o financiamento de veículos (crédito direto ao consumidor e leasing), com R$ 164 bilhões. No total do crédito pessoal, o consignado passou de uma fatia de 54,2% para 60% nos últimos 12 meses. No ano, só o crédito à habitação cresce em velocidade maior: 47,4% de janeiro a abril. (Págs. 1 e C1)

Avanço em ritmo chinês fica para trás

A temporada de crescimento chinês ficou para trás. A realidade do segundo trimestre mostra moderação da atividade econômica, mas não uma freada brusca. Em abril, segundo o IBGE, a produção industrial caiu 0,7% em relação a março. O fim do IPI reduzido para automóveis e eletrodomésticos e a própria acomodação do crescimento, após forte recuperação, explicam a atividade um pouco mais fraca a partir de abril. O ritmo mais lento também aparece em alguns indicadores de maio: o licenciamento de veículos caiu 10% em relação a abril.



Mesmo assim, o crescimento chinês do início do ano deverá garantir expansão forte em 2010 - muitos analistas projetam alta superior a 7%. A boa notícia trazida pelos dados do IBGE foi a alta de 2,4% no setor de bens de capital, que inclui máquinas e equipamentos necessários para ampliar a capacidade da indústria. (Págs. 1 e A3)

iPad virou instrumento de trabalho

Antes mesmo de começar a ser vendido oficialmente no país, calcula-se que já existam cerca de 2 mil iPads no Brasil e muitos deles sendo usados como instrumento de trabalho. Brasileiros de alta renda que compraram o aparelho no exterior, para ter acesso mais fácil a diversas opções de entretenimento, estão deixando de lado seus notebooks para usar o equipamento no escritório. O consultor André Bianchi Monte-Raso diz que a maioria das empresas ainda não tem uma definição exata de qual será o principal uso dos tablets no mercado de tecnologia e quem será o público-alvo. Sem essas definições, fica difícil criar ferramentas mais atrativas para os usuários. (Págs. 1 e B4)

Foto legenda: Sistema aperfeiçoado

Em parceria com a bolsa de Chicago, cem pessoas trabalham na criação de um software para substituir outros quatro usados pela BM&FBovespa, diz seu diretor André Demarco. A bolsa também procura as razões da pane de segunda-feira no sistema, que paralisou operações de derivativos. (Págs. 1 e D2)

Crise grega pode empurrar o mundo de volta à recessão?

Jim O'Neill, o economista que criou a sigla Bric, estava razoavelmente otimista que os impactos negativos da crise grega não seriam suficientes para inviabilizar a recuperação mundial. Mas a cada dia que as bolsas vacilam, que o euro cai, mais as dificuldades no sul da Europa ameaçam produzir consequências mundiais. "As coisas estão parecendo mais assustadoras", diz O'Neill. Enquanto persistirem dúvidas sobre a rapidez com que bancos podem transmitir problemas de uma economia a outra, é impossível descartar que a crise grega vá mesmo empurrar o mundo de volta à recessão. (Págs. 1 e A14)

Com mercado ruim, empresa recorre a fundos e debêntures

Sem nenhuma operação registrada na CVM, maio foi o pior mês para ofertas públicas de ações desde agosto. O cenário adverso explica as alternativas usadas por empresas que buscam recursos para investir. A International Meal Company, dona das redes Viena, Frango Assado e Brunella, captou US$ 100 milhões com fundos de investimentos, entre eles o British Columbia, do Canadá. Já a Multiner, de energia renovável, mantém seu pedido de registro na CVM, mas decidiu fazer uma emissão de debêntures conversíveis em ações de R$ 250 milhões à espera de uma melhora do mercado. (Págs. 1 e D6)

Governo investiga cartel no mercado de óculos de sol (Págs. 1 e B6)



Telefônica eleva a € 6,5 bi sua oferta por ações da PT na Vivo (Págs. 1 e D4)



Demissões na HP

A HP vai demitir 9 mil pessoas e remodelar sua unidade de serviços para concorrer com a IBM. A companhia não confirmou cortes no Brasil, onde tem 8,5 mil empregados. (Págs. 1 e B2)

Acordo Vale-Shell

Shell e Vale negociam acordo de dois anos, renovável por mais três, pelo qual a petroleira será a fornecedora mundial de lubrificantes para as operações da mineradora. (Págs. 1 e B2)

Valor Estados/ Maranhão

Investimentos no setor petroquímico, em mineração e no agronegócio formam o tripé do atual processo de desenvolvimento do Maranhão, diz o presidente da Federação das Indústrias do Estado, Edilson Baldez. (Pág. 1)

Avanço do luxo

Dois meses após abrir sua sexta loja no Brasil, no Shopping Iguatemi de Brasília, a grife francesa Louis Vuitton estuda novas unidades fora do eixo São Paulo-Rio. (Págs. 1 e B6)

Guerra contra o tempo

Aumento da idade média da população leva os principais fabricantes de cosméticos do país a investir em tecnologia e marketing de suas linhas de cremes antirrugas. (Págs. 1 e B11)

Cebrace aumenta produção

A fabricante de vidros planos Cebrace (Saint-Gobain e NSG/Pilkington) vai investir € 170 milhões para aumentar a capacidade da fábrica de Jacareí (SP). (Págs. 1 e B12)

Suzano vende a Vocal

O grupo Suzano vendeu a Vocal, rede de concessionárias de caminhões e chassis de ônibus Volvo, para o conglomerado português Auto Sueco. (Págs. 1 e B12)

JCB planeja nova fábrica

Prestes a inaugurar uma linha de produção de escavadeiras na unidade de Sorocaba (SP), a fabricante britânica de máquinas pesadas JCB planeja a construção de mais uma fábrica no Brasil em 2011. (Págs. 1 e B12)

'Ninguém podia dormir na rede'

A construtora MaxCasa, do empresário José Paim (ex-sócio da Rossi), faz sucesso com apartamentos sem paredes, como um loft, e conclusão personalizada. (Págs. 1 e B13)

'Operação Broca'

Receita, Ministério Público e Polícia Federal deflagraram ontem uma operação contra atacadistas, exportadores e torrefadoras de café de Minas e Espírito Santo suspeitos de irregularidades fiscais. (Págs. 1 e B15)

Irlandeses voltam à carga

Associação dos produtores rurais da Irlanda aproveita incidente com carne brasileira nos EUA para retomar campanha contra o produto na Europa. (Págs. 1 e B16)

Ideias
Cristiano Romero
Mapas das intenções de voto parecem refletir, como em 2006, as escolhas do governo Lula na área econômica. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Rosângela Bittar
Desejos do PMDB deverão ser mais apurados em um governo do qual será sócio já a partir das eleições. (Págs. 1 e A8)

Primeira Página
Crédito consignado mantém expansão e já soma R$ 118 bi
Avanço em ritmo chinês fica para trás



Editorial
Ofensivas violentas viraram política oficial em Israel



Opinião
O comportamento energético da indústria :: Ricardo Abramovay e Danilo Igliori



Colunas
Cristiano Romero
Fabio Giambiagi
Rosângela Bittar
Daniele Camba
Eduardo Campos



Política
Senado aprova MP que reestrutura funcionalismo
Serra recebe pré-candidatos na tentativa de acordo em SC
PT quer contrapartida gaúcha a acordo em MG
Mercadante escolhe major Olímpio, do PDT, para vice
Curtas
Dilma tenta reverter vantagem de Serra em GO
Demóstenes lidera disputa pelo Senado
Conclat aprova pauta eleitoral em Pacaembu lotado, mas sem empolgação
Lula intensifica campanha depois de convenções
MP eleitoral volta a pedir condenação do presidente



Brasil
Curta
Exportações crescem 11,2% em maio e meta para o ano sobe para US$ 180 bi
Cai parcela da produção brasileira destinada à venda para o exterior
Ritmo de expansão chinês da atividade ficou para trás
Para analistas, produção de bens de capital indica força nos investimentos
Financiamento do BNDES para compra de máquinas bate recorde no quadrimestre
Governo pode rever cortes, diz Lula
Setor de bebidas ignora queda na produção e planeja investir R$ 5,4 bi
No mercado de automóveis, até o recorde representa desaquecimento

Internacional
Favorito na Colômbia, Santos propõe trégua a Chávez


Especial
Crise fiscal na UE ameaça contagiar bancos
Indicadores bancários pioram e acendem sinal de alerta


Empresas & Tecnologia
Thales construirá satélites da Iridium
Governo investiga cartel de óculos de sol
JCB planeja investir R$ 100 milhões em nova fábrica no país
Shell e Vale negociam acordo global
Associação com Cosan é vista como estratégica na área de biocombustíveis
Vale enfrenta reação a reajuste de preço do 3º trimestre
Novas previsões mantêm cenário confortável para oferta de soja em 2010/11
Air Liquide avança no Centro-Oeste e Nordeste e almeja 25% do mercado


Finanças
Consignado manterá ritmo no ano
Em 6 anos, mais de R$ 100 bilhões de expansão no saldo
Projeções para inflação em 2011 caminham para o centro da meta
Previ vai discutir uso de superávit pelo BB


Investimentos
Ações no vendaval
Telefónica eleva oferta pela Vivo em 14% para 6,5 bi de euros
Bolsa garante que seguiu legislação e que ágio gerado na fusão é legítimo
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Fundo Soberano pode entrar na oferta do Banco do Brasil


Agronegócios
'Operação Broca' apura fraudes com café
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Mais uma vez, Irlanda pede embargo à carne brasileira


Legislação & Tributos
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