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25 de julho de 2011

Resumo dos Jornais: VALOR ECON OMICO



Primeira Página



Manchete: CNJ fecha cerco contra o calote de precatórios


Já está em operação o Cadastro de Entidades Devedoras Inadimplentes (Cedin), que registra o nome dos governos estaduais e prefeituras que deixam de pagar os precatórios parcelados, nos termos da emenda constitucional 62. Se um Estado ou município estiver no Cedin, não poderá receber empréstimos internos ou externos e nem transferências voluntárias da União, de acordo com a resolução 115 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Deverá também ter retido um valor do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em montante equivalente à parcela mensal dos precatórios que deixou de pagar.
"Basta que o presidente de um Tribunal de Justiça informe ao CNJ que um município ou Estado está inadimplente com o parcelamento dos precatórios para determinarmos a retenção de quantia equivalente do FPE ou do FPM", explicou o ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e coordenador dos estudos sobre precatórios no âmbito do CNJ. (págs. 1 e A2)
Fundos de private equity batem recorde


Cesp reclama R$ 9 bi em indenizações(Págs. 1 e B8)


Uruguai teme a invasão de brasileiros. (Págs. 1 e A12)


Piauí quer mudar mapa para ocupar áreas da Mata Atlântica(Págs. 1 e Especial Negócios Sustentáveis)


Fora da Presidência, Lula faz diplomacia paralela(Págs. 1 e A6)


. STF julga ações por meio virtual(Págs. 1 e E1)


A BRF vai vender as unidades de Lages e Salta Veloso (SC), no acordo com a Cade (Págs. 1 e B11)


Tragédia na Noruega reaviva temor da extrema-direita (Págs. 1 e A9)




Dasa volta atenção para as exames de imagem, diz Barboza (Págs. 1 e D1)




Câmbio valorizado preocupa


A crise de endividamento público dos EUA e dos países da União Europeia expõe uma fragilidade no "sólido" modelo de crescimento brasileiro - a taxa de câmbio valorizada, avalia o economista Luiz Gonzaga Belluzzo. (Págs. 1 e A3)






Menos refrigerantes


Pelo segundo trimestre consecutivo, as vendas de refrigerantes desaceleraram por causa do aumento de preço em torno de 10% por conta da nova alíquota do IPI e do maior custo de insumos. (Págs. 1 e B1)


Comércio eletrônico no Mercosul


Iniciado há dois anos para promover o comércio eletrônico no Mercosul, o Projeto Mercosul Digital entrou em uma nova etapa, depois de diagnosticados os gargalos tecnológicos e formatados os programas educacionais para empresas. (Págs. 1 e B2)


Biocombustível em aviões


O bioquerosene que será testado em voo pela primeira vez, pelos aviões da Embraer, já entrou em fase de certificação. A americana Amyris submeteu o produto a avaliação da ASTM International. (Págs. 1 e B6)


Boas perspectivas para etanol


O fim da tarifa de importação do biocombustível nos EUA vai trazer avanços importantes para o comércio mundial de etanol, diz Ben Pearcy, diretor global de açúcar e bioenergia da Bunge. (Págs. 1 e B12)


BB em São Paulo

Por meio principalmente da aquisição da Nossa Caixa, o Banco do Brasil mais que dobrou a base de clientes no Estado de São Paulo. As receitas aumentaram, mas a margem gerada par cliente caiu, informa Dan Conrado, diretor responsável pelas atividades do BB em São Paulo. (Págs. 1 e C7)


Ideias


Sergio Leo


Foco na Organização Mundial do Comércio (OMC) não impediu a busca de acordos bilaterais de comércio. (Págs. 1 e A2)


Ideias


Jagdish Bhagwati


A oposição dos EUA à Rodada Doha vem das altas esferas do governo do país, a começar pela falta de liderança de Obama. (Págs. 1 e A11)


CNJ fecha cerco contra o calote de precatórios


Cesp reclama R$ 9 bi em indenizações


Uruguai teme a invasão de brasileiros


Piauí quer mudar mapa para ocupar áreas da Mata Atlântica


Fora da Presidência, Lula faz diplomacia paralela


Editorial


É preciso modificar o enfoque da política fiscal


Opinião


Aumentar investimentos é meta estratégica para o Brasil :: Robson B. de Andrade
O americano tranquilo demais :: Jagdish Bhagwati


Colunas
Renato Janine Ribeiro
Jairo Saddi
Eduardo Campos
Daniele Camba


Política


Fora da Presidência, Lula monta estrutura paralela de diplomacia


No início de junho, em uma conversa com o presidente Hugo Chávez, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva repassou a Chávez a reclamação de empresários brasileiros em relação à dificuldade para importar coque de petróleo daquele país e o questionou sobre as ambições do programa habitacional "Gran Misión Vivienda Venezuela", a versão local do "Minha Casa, Minha Vida". Lula também aconselhou o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, empresário varejista, a como driblar resistências da elite do país.
Fora da Presidência, Lula tem feito uma espécie de diplomacia paralela com chefes de Estado e empresários. A seus auxiliares diz que está vivendo o melhor dos mundos: pode falar aquilo que deseja, sem os limites e obrigações diplomáticas que o cargo lhe impunha
Dilma deixa aliados apreensivos
Seis meses depois, Furnas só trocou de presidente
Mudanças pretendiam transformar holding na Petrobras do setor elétrico
Estatal foi o estopim do mensalão no governo Lula
Multa às termelétricas do grupo Bertin opôs PT e PMDB


Brasil


Seis Estados e vários municípios deixam precatórios fora da dívida consolidada
Crise não sufocou discussão de comércio
Setor imobiliário terá índice oficial de preços


Curtas
Câmbio valorizado mostra fragilidade na crise, avalia Belluzzo
'Tenho compromisso com o controle da inflação', afirma Dilma
Cor da pele tem influência na profissão, aponta IBGE
CNJ fecha cerco contra o calote de precatórios






Especial


Economia uruguaia cresce, mas país teme "Brasildependência"
O Uruguai deve crescer 6% este ano e completar em 2012 uma década de expansão econômica ininterrupta. O que muitos empresários e autoridades locais discutem agora é a "Brasil dependência", a participação crescente de brasileiros em setores estratégicos. Os frigoríficos do Brasil já dominam 36% do abate total de gado bovino, a gaúcha Camil beneficia metade da safra local de arroz e a Ambev é dona das três principais marcas uruguaias de cerveja. A Petrobras tem 21% da revenda de combustíveis e controla a distribuição de gás canalizado em Montevidéu.
Novos investidores estão chegando: o Banco do Brasil pediu autorização para operar no país, o grupo Fasano abriu um complexo hoteleiro de alto luxo em Punta del Este e o Eurofarma adquiriu recentemente o controle da indústria farmacêutica Gartier
Moeda valorizada e infraestrutura ameaçam expansão






Empresas & Tecnologia
Preço sobe e vendas de refrigerante desaceleram


Destaques
Indústria naval pede isonomia com importados
Projeto de integração digital do Mercosul entra em nova fase
Desvio gera multas de R$ 100 mi em SP
Brasil é destaque nos planos do novo comando mundial da Cushman
Amyris pede certificação para bioquerosene a ser testado pela Embraer
Plano da Petrobras inclui a venda de US$ 13,6 bi em ativos


Cesp quer recuperar R$ 9 bilhões com fim das concessões
A Cesp, quarta maior geradora de energia elétrica do país, calcula que o governo federal lhe deverá pagar R$ 9 bilhões em indenizações caso prevaleça o entendimento que suas concessões vencerão em 2015. Desse total, R$ 4 bilhões referem-se a investimentos ainda não amortizados, disse o presidente da empresa, Mauro Arce, e o restante a uma devolução de impostos que teriam sido cobrados indevidamente na operação de compensação de contas de resultados do setor elétrico. A conta salgada foi calculada exatamente na semana em que o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann, declarou que, na revisão das concessões, será a vez de o consumidor sair ganhando.
Encerrado contrato sem licitação com Camargo
Grupo Ambipar muda nome e gestão para atrair investidores estratégicos
Terminal no ES vai exigir até R$ 1 bi


Finanças
Private equity tem captação e investimento recordes no país
As operações dos fundos de private equity (que compram participações em empresas) devem bater ao menos dois recordes este ano: de captação de recursos e de volume efetivamente aplicado nas aquisições. Em um espaço de pouco menos de um mês, duas das principais gestoras nacionais, Vinci e BTG Pactual, fecharam captações dos dois maiores fundos já destinados ao país. O recorde pode ser batido novamente pela gestora Gávea, que também está para concluir uma captação bilionária. Estima-se que existam hoje outros US$ 9 bilhões em fase de captação.
Do lado da aplicação dos recursos, especialistas estimam que a cifra chegue a US$ 10 bilhões, superando os US$ 6,3 bilhões do ano passado, quando pela primeira vez os private equity ultrapassaram os aumentos de capital das empresas via ofertas públicas iniciais de ações como fonte de dinheiro. (Págs. 1 e C1)
Fundo a pequena empresa pode garantir mais R$ 11,5 bi
BB dobra de tamanho em SP e agora busca resultado




Suplementos


Operação na mata
Parcerias vão mudar a paisagem no Sertão
Siderúrgica busca alternativas para o carvão mineral
Em Minas Gerais, desmatamento é maior nos municípios mais pobres
Cooperativas procuram valorizar a madeira de manejo
Concessão de selo florestal será feita com mais rigor
Apesar dos avanços, diferença de gênero persiste no trabalho
Falta investimento privado na área
Classes D e E dão fôlego às novas empreendedoras
Sociedade está menos tolerante à violência


Agronegócios


Bunge busca crescer no comércio global de biocombustíveis
Bioenergia no foco da Itochu
Oferta justa eleva preço da arroba do boi
BRF venderá duas unidades em SC
Phibro avança com vendas para pecuária de corte
Acordo entre Petrobras e Vale sairá em até 2 meses
Desestímulo ao cultivo de algodão na nova safra


Legislação & Tributos


STF julga mérito por meio virtual
Uma mudança no regimento interno do Supremo Tribunal Federal (STF), desconhecida ainda por muitos advogados, limitou a participação dos profissionais na defesa oral de clientes, assim como o acompanhamento pelo público dos julgamentos na Corte. Desde dezembro, os ministros do tribunal adotaram o sistema virtual - realizado por meio eletrônico interno - para julgar processos. Até hoje a possibilidade era usada apenas para a análise da relevância social, econômica e política do recurso e, portanto, se deveria ser aceito ou não - a chamada repercussão geral. Com a alteração, processos cujo tema já tenha sido decidido em algum momento pelo Supremo passam a ser julgados virtualmente.
Até o momento, 19 recursos foram decididos dessa forma. Embora a regra só se aplique a casos de reafirmação de jurisprudência, advogados temem a violação aos princípios da ampla defesa e da publicidade dos julgamentos. O ministro Marco Aurélio diz não admitir essa modalidade de julgamento e, por isso, evita avaliar o mérito por meio eletrônico. "Passamos a ter um Supremo virtual, praticamente fictício."


Projeto impede monitoramento de e-mail

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