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31 de julho de 2011

ÓRGÃOS DO GOVERNO DILMA REPETEM CORRUPÇÃO E IREGULARIDADES SEMELHANTES AO DNIT

CONTRATOS DO GOVERNO COM EMPRETEIRAS CONTAMINA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, COM A PROLIFERAÇÃO DE ADITIVOS MILIONÁRIOS NAS OBRAS PÚBLICAS

BRASÍLIA – Praticamente todos os órgãos do governo são vitimas de irregularidades. Seguindo o que acontecia durante o governo Lula, a fase Dilma tem a gestão contaminada pela ingerência política. Órgãos estratégicos como o Banco do Nordeste (BNB), a Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) protagonizam disputas por poder entre os pertidos da base do governo. Outros, como as superintendências de Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (Sudam e Sudene), além do Banco da Amazônia (Basa), são alvos de acirrada disputa entre caciques partidários da base aliada, mas a presidente está segurando as indicações políticas até agora.

O ministro Guido Mantega lutou para indicar um afilhado de de Santa Catarina para presidir o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Tinha até o aval da presidente Dilma. Mas, a pressão do PT cearense foi mais forte e acabou sendo nomeado Jurandir Santiago, afilhado político do deputado federal José Nobre Guimarães (PT-CE). Funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal (CEF), Santiago comandava a Secretaria de Cidades do governo cearense antes de assumir o banco. Deixou a pasta sob suspeita do Ministério Público do Ceará, que investiga desvio de verbas públicas para a construção de banheiros em comunidades pobres do estado. As apurações mostraram que o dinheiro foi desviado, por meio de convênios, para entidades fantasmas ou que, embora funcionem, não fizeram as obras

Sob suspeita, 56 convênios no CE

Estão sob suspeita 56 convênios de 2010 do governo cearense para obras em 37 municípios. Como secretário, Santiago assinou ao menos sete, cujos valores foram transferidos a entidades ligadas a parentes e funcionários do ex-presidente do Tribunal de Contas do Ceará, Teodorico Menezes, que se afastou do cargo em meio à crise. A promotoria pretende ouvir o presidente do BNB esta semana. Será pedida a quebra do sigilo fiscal e bancário dos envolvidos, de acordo com o promotor Eloilson Landim, responsável pelo caso

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