2 de agosto de 2011

CÂMARA EUA APROVA PLANO DA DÍVIDA

Acordo bipartidário contra calote foi aprovado por 269 votos a favor e 161 c ontra

Proposta será votada hoje no Senado americano, mas parlamentares ainda resistem sobre alguns pontos

O presidente dos EUA, Barack Obama, já afirmou que sancionará o projeto assim que for apresentado a ele.

Teto da dívida dos EUA foi elevado 35 vezes em 30 anos

O debate sobre a proposta de aumento do teto da dívida norte-americana tomou conta da opinião pública dos EUA e causa calafrios considerável no mercado financeiro. Ainda que o governo - com déficit orçamentário de US$ 1,5 trilhão e teto até então de US$ 14,3 trilhões - tenha batido sempre na tecla da necessidade de um limite adicional, jamais houve consenso sobre o tema.

"Tudo que (a discussão sobre a elevação do teto) faz é desviar a energia das pessoas. Não faz nenhum sentido. Ter esse limite artificial, que sempre é elevado no fim das contas, interrompe as atividades do Congresso. Acredito que é uma perda de tempo do Congresso”, disse em julho o bilionário Warren Buffett, comandante da empresa de investimentos Berkshire Hathaway - e, nessa posição, considerado o maior investidor do mundo.

Julian Callow, economista-chefe do Barclays Capital, afirmou que o acordo para a elevação do teto, anunciado neste domingo, é um "band-aid" nas discussões em torno da adoção de políticas financeiras públicas mais sustentáveis. “O acordo certamente não representa uma virada no jogo e mantém a possibilidade de um rebaixamento na classificação de risco (dos títulos da dívida americana) no curto prazo”, disse ele eme relatório.

Em meio ao impasse sobre a elevação do teto, as reservas norte-americanas foram minguando. Na última quinta-feira, elas desceram a US$ 53,6 bilhões, montante menor que a fortuna de Bill Gates, o fundador da Microsoft, estimada em US$ 56 bilhões pela revista Forbes, que anualmente elabora uma lista com as pessoas mais ricas do mundo. Os dados referentes a quinta-feira foram apresentados pelo Tesouro nesta segunda.
O Senado dos EUA votará o projeto hoje, dia 2 de agosto, Caso o projeto não seja aprovado e o teto não seja elevado, governo dos Estados Unidos fica sem dinheiro para pagar todas as suas contas caso. Hoje é o último dia do prazo dado pelo Departamento do Tesouro norte-americano para que o teto de endividamento dos EUA seja elevado.

A situação configuraria um calote inédito da maior potência econômica do planeta, o que poderia trazer conseqüências catastróficas para a economia mundial
Líderes de ambos os partidos trabalharam exaustivamente para convencer suas bancadas sobre o acordo obtido com o presidente Barack Obama, com o objetivo de encerrar um impasse que abala a fé dos norte-americanos em suas instituições políticas e prejudica a imagem dos EUA no exterior.
Nos termos do acordo, o limite seria ampliado em pelo menos US$ 2,1 trilhões - o suficiente para suprir a necessidade de financiamento do governo até 2012.
Embora a aprovação no Senado seja quase certa, ainda há resistência vinda de facções antagônicas: por um lado, dos deputados ligados ao grupo direitista Tea Party - que não querem aumento no teto de jeito nenhum-, e por outro, dos democratas mais liberais - que queriam que o corte nos gastos viesse acompanhado de aumento de impostos para os mais ricos.


O vice-presidente Joe Biden se reuniu por duas horas e meia com os democratas da Câmara, muitos dos quais se mostram descontentes com os vultosos cortes em gastos públicos sem a contrapartida de aumento de impostos.
Pela proposta, costurada no domingo, o governo pode se endividar mais até 2013, mas deve cortar gastos ao longo de dez anos. Além disso, será criada uma comissão parlamentar que recomendaria, até o final de novembro, um pacote mais específico de redução do déficit.
A Casa Branca tem um teto legal para a tomada de empréstimos para o pagamento das contas públicas, como o salário dos militares, os juros de dívidas prévias e o sistema de saúde Medicare. O limite atual é de US$ 14,3 trilhões (R$ 22,3 trilhões).
Para o secretário do Tesouro dos EUA, Thimoty Geitner, a não aprovação do pacote daria origem a um cenário "catastrófico". O presidente Barack Obama alertou que o país pode voltar à recessão.
O acordo para elevar a dívida dos EUA firmado no domingo à noite é meramente um “band-aid” e não “muda o jogo”, afirmou o economista do banco Barclays Capital em uma relatório divulgado nesta segunda-feira, segundo a CBNC.
“O acordo certamente não representa uma virada no jogo e mantém a possibilidade de um rebaixamento na classificação de risco (dos títulos da dívida americana) no curto prazo”, afirmou Julian Callow, economista-chefe do Barclays Capital.
Segundo ele, o acordo coloca só um "band-aid" nas discussões em torno da adoção de políticas financeiras públicas mais sustentáveis.
O grande problema, segundo Callow, é a desaceleração da economia americana, o que significa que qualquer economia nos gastos públicos pode ser neutralizada por uma queda na receita com impostos.
“Qualquer economia fiscal pode efetivamente ser apagada se a recuperação do PIB americano continuar sendo mais fraca que as projeções assumidas pelo governo”, afirmou o economista.
Callow acredita que as agências vão rebaixar a classificação de risco da dívida americana apesar do acordo para elevação do teto do endividamento do país.
O analista-chefe do Danske Bank, Allan von Mehren, concorda. “Não será uma decisão fácil rebaixar a dívida soberana do país com a maior reserva de moeda do mundo. Precisará ter coragem para isso”, afirmou o economista à CNBC.

 
Incerteza leva a alta do dólar

Novas incertezas sobre a aprovação do aumento do teto da dívida americana e indicadores desfavoráveis da economia dos Estados Unidos puxaram nova alta do dólar. A moeda fechou ontem com valorização de 0,64%, a R$ 1,560 para compra e R$ 1,562 para venda.

O dólar abriu o dia em baixa, por causa da notícia de acordo para ampliação do teto da dívida. Mas a divulgação de que há riscos de rejeição da proposta mudou a expectativa. Além disso, indicadores divulgados ontem, como a queda da atividade manufatureira nos EUA — para 50,9 em julho, contra expectativa de 54,9 —, levaram os investidores a buscar proteção no dólar

Resumo dos Jornais: O GLOBO



Primeira Página



Manchete: Na Câmara, Obama aprova o acordo com aliados divididos

Pacote que corta gastos e eleva dívida será votado hoje no Senado
Sem o apoio do seu partido, o presidente Barack Obama conseguiu aprovar, na Câmara dos Representantes, por 269 votos a favor e 161 contra, um pacote que eleva o teto da dívida em US$ 2,1 trilhões e corta gastos em US$ 2,4 trilhões pelos próximos anos. Apenas 95 democratas foram a favor. O pacote é fundamental para evitar que os Estados Unidos entrem em moratória a partir de amanhã, porque o Tesouro não teria autorização para se endividar além do limite de US$ 14,3 trilhões, embora precisasse pagar rendimentos de seus títulos e honrar benefícios sociais. O texto deve ser votado hoje no Senado, de maioria democrata, antes de ir à sanção presidencial. Aguardando a votação que só ocorreu à noite -, os mercados globais fecharam ontem em queda. O temor em relação à economia europeia também fez com que o euro recuasse 1,03% frente ao dólar. (Págs. 1, 17 a 19, Miriam Leitão e Arnaldo Jabor)
 
Paul Krugman

"O acordo, considerando dados disponíveis, é um desastre, não só para Obama e seu partido. Empurrará os EUA para um padrão República de Bananas." (Págs. 1 e 17)

Denúncia contra PMDB tem resposta diferente
Jucá pede desculpas à presidente Dilma por irmão ter dito que há corrupção em ministério

Diante das denúncias de que há corrupção no Ministério da Agricultura, comandado pelo PMDB, a presidente Dilma decidiu não agir de imediato, como ocorreu com o PR no Ministério dos Transportes. Mas o PMDB terá de provar que as acusações feitas pelo irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), são apenas briga interna. O partido vai levar o ministro Wagner Rossi, que nega irregularidades na Agricultura, para se explicar na Câmara. Jucá pediu desculpas a Dilma pelas denúncias do irmão, e ela aceitou. (Págs. 1, 3, 4, Merval Pereira e editorial "O porquê de não se fazer 'varredura geral'")

Jobim: ficar no governo é um prazer

O ministro Nelson Jobim, que revelara ter votado em Serra ano passado, disse ontem que "tem prazer" em ficar no governo e elogiou a presidente Dilma. Mas ela está irritada com Jobim. A permanência dele no governo depende de uma conversa entre os dois. (Págs. 1 e 5)



STF: músicos não precisam de registro

O Supremo Tribunal Federal dispensou os músicos do registro na Ordem dos Músicos do Brasil como pré-requisito para o exercício da profissão. Os ministros decidiram com base no direito constitucional da liberdade de expressão. (Págs. 1 e 9)

União quer que Delta devolva R$ 23 milhões

A Controladoria Geral da União recomendou à direção do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) que exija da Delta, empreiteira contratada para construir a nova sede, a devolução de R$ 23,5 milhões pagos com sobrepreço e por serviços executados em duplicidade. (Págs. 1 e 16)



Síria mata 85 no Massacre do Ramadã

Diante dos olhos e da inoperância da comunidade internacional, o regime de Bashar al-Assad matou mais 85 civis no que já é conhecido como Massacre do Ramadã. A ONU tenta nova condenação, sem pedir sanções ou intervenção militar. O Brasil integrará missão ao país. (Págs. 1 e 24)

De olho no mercado verde, vinícolas brasileiras estão produzindo vinho com menos impacto ambiental (Págs. 1 e Razão Social)



Política antissuicídio

A Foxconn, empresa que produz iPhones e iPads na China, terá pelo menos um milhão de robôs nas linhas de produção nos próximos três anos. A gigante, que também já prometeu fazer iPads no Brasil, viu diversos trabalhadores se suicidarem nos últimos meses. (Págs. 1 e 23)

 
Salvo pelo Google
Juan Paredes, o juiz equatoriano que condenou em tempo recorde jornalista Emilio Palacio e donos do diário "El Universo" a três anos de prisão e multa de US$ 40 milhões sob acusação de caluniar o presidente Rafael Correa, copiou parte da sentença de sites da internet. Na Argentina, o também juiz Eugenio Zaffaroni, considerado um aliado importante da presidente Cristina Kirchner, é acusado de alugar apartamentos onde funcionam prostíbulos. (Págs. 1 e 25)

Editorial

O porquê de não se fazer 'varredura geral'
Papel do segundo turno na Argentina

Opinião

Faxina geral na Esplanada :: Gil Castello Branco
Acordo na beirada :: Ilan Goldfajn
Qual é a agenda? :: Antônio Carlos de Medeiros

 
Colunas

Merval Pereira
Panorama Político :: Ilimar Franco
Luiz Garcia
Ancelmo Gois
Panorama Econômico :: Míriam Leitão
Negócios & Cia :: Flávia Oliveira
Arnaldo Jabor

O País
Contra o PMDB, cautela
Planalto tenta apaziguar ânimos e chama o PR para conversar
Por demora, Conab perde 7 em cada 10 ações na Justiça
Oposição planeja convocar cinco ministros para depor no Congresso
Nascimento fará discurso de defesa
Jobim diz que tem prazer de ficar no governo
Dilma define agenda para o semestre
Evolução
Sindicalistas de Minas vão se filiar ao PSDB
Turismo: deputado diz que assinatura foi voto de confiança
Ellen Gracie vai deixar STF e quer vaga em Haia
Músico não precisa mais de registro

 
Economia

Câmara dos EUA aprova acordo
O presidente entregou os pontos
Acordo político enfraquece Obama e beneficia políticos conservadores
Bolsa segue pessimismo global e recua 0,49%
'Não há declínio americano'
Governo teme que, com crise, dólar caia mais
Com mais chuva, conta de luz vai subir menos
Governo vai desonerar a folha dos setores calçadista, têxtil e de móveis
Norte e no Nordeste puxam TV por assinatura

 
O Mundo

De mãos atadas frente a Assad
Pressão
ONU prorroga ajuda a Damasco por mais um ano
Fronteiras de 67 na pauta de Netanyahu
Parlamento cubano aprova plano de reformas para estimular a economia
O 'new look' de Chávez


Rio

Para além da pacificação
União encontra sobrepreço nas obras do Into

 
Esportes

Governo assina contrato com BNDES

Razão Social
Procuram-se 800 mil famílias
‘De presidente para presidente’
‘Não sabia que o governo ajudava’

Resumo dos Jornais: FOLHA DE SÃO PAULO

Primeira Página






Manchete: Sob crítica, plano anticalote dos EUA passa na Câmara
Pacote fiscal, considerado tímido pela opinião pública, tem que ser votado hoje pelo Senado


A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou a elevação do limite da dívida do país dos atuais US$ 14,3 trilhões para US$ 15,2 trilhões.


O aumento de US$ 900 bilhões, equivalente a quase metade do PIB brasileiro, foi aprovado por 269 votos a 161 e será submetido ao Senado, onde tem que ser discutido e aprovado ainda hoje. (Págs. 1 e Mundo Al2)


Clóvis Rossi


Slogan pode ser “no, you can’t” para Obama


Acuado entre alternativas de perder ou perder, presidente capitula, mas nem assim as nuvens da tormenta deixam o mundo respirar aliviado. Agora, o slogan de Obama de 2008 pode virar "no, you can't". (Págs. 1 e Mundo A13)


Benjamin Steinbruch



Ferozes cobradores de ontem ameaçam calote hoje. (Págs. 1 e Mercado B8)

Gustavo Patu
 Brasil gasta mais que EUA para pagar jura da dívida. (Págs. 1 e Mundo A13)


Foto legenda: Sufoco


Imigrantes passam diante de caixões e corpos no porto de Lampedusa (Itália); 25 morreram em porão de navio vindo da Líbia. (Págs. 1 e Mundo A14)






Cuba promete facilitar viagens para o exterior


O ditador de Cuba, Raúl Castro, disse que "flexibilizará" as rígidas regras para viagens de cubanos ao exterior, sem detalhar, porém, a medida. Hoje é preciso permissão para deixar o país.
A promessa foi feita em assembleia do Partido Comunista, que aprovou mais de 300 pontos de reformas anunciados em abril - entre elas a ampliação da iniciativa privada. (Págs. 1 e Mundo A14)


Foto legenda: Corte militar


Na TV, o presidente da Venezuela. Hugo Chávez, exibe seu corte
"militar", que fez devido à queda de cabelo causada pela quimioterapia. (Págs. 1 e Mundo A15)

 
Após massacre, Brasil já admite tirar apoio à Síria
Após o massacre de 140 pessoas pelo governo sírio no domingo, o Brasil admitiu apoiar resolução do Conselho de Segurança da ONU contra o país se ela for consensual entre os membros permanentes. Para o Itamaraty, os atos deram um novo dado à situação. (Págs. 1 e Mundo A14)


Japonesa Kirin paga R$ 3,95 bi pela Schincariol
A empresa japonesa Kirin comprou, por R$ 3,95 bilhões, 50,45% das ações da Schincariol, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol. Outra parte da família, dona do restante da cervejaria, quer anular a venda. O grupo faturou R$ 6 bilhões em 2010. (Págs. 1 e Mercado B4)


TAM usa piloto que não domina inglês em voos internacionais
A TAM descumpre normas de aviação internacional ao liberar para voos ao exterior pilotos com nível de inglês abaixo do exigido, informa Ricardo Gallo.
A empresa autoriza que eles operem o voo enquanto estiverem sobre território brasileiro, o que não é previsto na lei. A Anac diz não ver transgressão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)


Editoriais


Leia "Sem contrapeso", sobre a relação entre o Executivo e o Congresso, e "O Brasil e a Síria", acerca da posição diante dos massacres no país. (Págs. 1 e Opinião A2



Editorial


Sem contrapeso
O Brasil e a Síria





Opinião


São Paulo - Fernando de Barros e Silva: Jeitinho fatal
Brasília - Eliane Cantanhêde: Crise de confiança
Painel do leitor

 
Colunas


Painel
Janio de Freitas
Mercado Aberto
Clóvis Rossi
Vinícius Torres Freire
Vaivém :: Mauro Zafalon
Benjamin Steinbruch
Mônica Bergamo

Tendências Debates

Giovanni Guido Cerri: Em defesa do SUS
Roberto Muylaert: Ao pagar impostos, não leia jornais



Poder


Investigação do TCU revela descontrole de gastos da Agricultura
Ministério diz que está em processo de melhorias do controle interno
Ministro descarta faxina na Agricultura
Jobim elogia Dilma e diz que quer ficar, mas já admite saída
Procuradora analisa ação contra general
Fala de Nascimento na volta ao Senado preocupa Planalto
Tribunal vê desvio em obras feitas pelo Exército
Veto da Fazenda restringe benefício fiscal para indústria
Indústria perde participação nas exportações
Reservas internacionais crescem US$ 10,4 bi
Centrais vão boicotar lançamento de plano
Brasil está preparado para piora no cenário externo, diz Tombini



Mercado

Empresas adotam proteção mais conservadora em dólar
Câmbio quase quebrou exportadores
Desânimo sobre economia dos EUA faz moeda subir
Bancos: Brasil fica fora de corte do HSBC
Inflação e dívida enfraquecem consumo
Cremes e loções ganham mais espaço nos lares
Carrefour transfere parte das lojas para a marca popular Atacadão
Comércio varejista pode terminar o ano sem crescimento no faturamento
Empresa pode explorar entorno de aeroporto
TAM promove reestruturação e troca diretores
Japonesa compra Schincariol por R$ 4 bi
AmBev iniciou onda de aquisições no setor em 1999
Chinesa JAC anuncia fábrica de US$ 600 mi no Brasil
Renault: Clio, Logan e Sandero são alvo de recall
Demanda e preço incentivam as exportações do agronegócio
Consultoria prevê safras recordes de milho e soja
Investimento em cafés especiais exige recursos e tecnologia
Conta de energia deverá vir menos salgada
Foxconn planeja igualar números de funcionários e de robôs até 2013

Mundo


Sob críticas, plano anticalote é aprovado por Câmara dos EUA
Dados sobre indústria anulam otimismo no mercado com acordo
E eu com isso: Brasil deve ser afetado com corte
Mesmo com crise, EUA gastam menos com juros que o Brasil
Após matança, Brasil admite resolução contra Síria na ONU
Oposição vem ao Brasil em lobby contra Assad
Netanyahu envia carta contra Estado palestino a Dilma
Cuba promete regras mais flexíveis para viagens ao exterior
Chávez adota 'corte militar' para cabelo em queda

 
Cotidiano


TAM usa pilotos reprovados no inglês em voo ao exterior
Controlador também patina no idioma
Para Anac e TAM, objetivo da norma não foi desrespeitado
SP promete dobrar leitos para alcoolismo
Aceitação da população e fiscalização são fundamentais para a lei "pegar"
Contribuinte já pode pedir nova nota paulistana
Conselho autoriza medicina paliativa, tropical e do sono
Prefeitura desiste de restaurar edifícios da Vila Maria Zélia



Esportes


Dirigente olímpico é alvo do TCU
Paes mantém aliado em pasta esvaziada
Primeira obra de 2016 será inaugurada

 
Saúde


Ministério Público quer remédio para derrame no SUS
Anvisa vai julgar proibição de droga similar ao ecstasy
Conselho Federal de Medicina cria três novas áreas de atuação no país
Países ricos têm maiores índices de depressão

Resumo dos Jornais: O ESTADO DE SÃO PAULO

Primeira Página



Manchete: Acordo nos EUA indica fragilidade e derruba bolsas

Mercado teme que o corte orçamentário previsto no acerto em Washington possa causar recessão

Os mercados concluíram que a economia dos EUA continua fraca, situação que tende a agravar-se com os cortes de despesas definidos na negociação política para elevar o teto da dívida do país. Resultado: as bolsas de valores abriram a semana com baixas em todo o mundo. Houve queda em São Paulo (0,49%), Nova York (0,09%), Frankfurt (2,86%) e Londres (0,70%). O acordo, que foi aprovado ontem na Câmara e seria votado hoje no Senado, prevê elevação do teto da dívida em US$ 2,4 trilhões (hoje são US$ 14,3 trilhões). Em troca, o governo Obama se compromete com reduções orçamentárias de até US$ 4 trilhões até 2022. O raciocínio dos investidores é que, com o corte, o governo americano tira dinheiro da economia. Além disso, há a possibilidade de rebaixamento do rating (nota de crédito) dos títulos dos EUA pelas agências de classificação de risco. (Págs. 1 e Economia B1, B3

 
'Brasil está preparado'

O Brasil está preparado para um agravamento da situação econômica de países como os EUA, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, destacando a reserva do País em moeda estrangeira. (Págs. 1 e Economia B4)

Artigos

Paul Krugman

Acordo é um desastre



A solução para a dívida americana será prejudicial para uma economia já fragilizada; quanto ao déficit a longo prazo, provavelmente vai piorar, não melhorar. (Págs. 1 e Economia B4)

 
José Paulo Kupfer

Um mundo sem 'AAA'

Um rebaixamento dos títulos do Tesouro dos EUA não significa reviravolta nas escolhas dos ativos mais seguros. Títulos "AA" podem ser os novos “AAA". (Págs. 1 e Economia B5)

Síria amplia repressão em mês sagrado

As forças do governo da Síria intensificaram a repressão à oposição no primeiro dia do Ramadã, o mês sagrado islâmico. Nos últimos dois dias, mais de cem pessoas foram mortas. Já os EUA ampliaram seus esforços para que o Conselho de Segurança da ONU aprove resolução condenando a violência do regime de Damasco. (Págs. 1 e Internacional A11)
Prefeitura de SP paga por exame não realizado

A Prefeitura de São Paulo paga à Fundação Instituto de Pesquisa e Diagnóstico, organização social ligada à Unifesp, por quantidades predeterminadas de exames, mesmo que eles não sejam realizados. O contrato está sendo auditado. (Págs. 1 e Vida A15)

Crianças e adolescentes fazem arrastões em SP (Págs. 1 e Cidades C3)
Corinthians se diz certo de que abrirá a Copa (Págs. 1 e Esportes E1)

Dora Kramer

Torcida contra

 
Acho que os oposicionistas torcem pelo pior, como defende o ex-presidente Lula, é supor que a inflação não doa no bolso de todos. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas e Informações

O acordo contra o calote

Acabou em poucas horas a comemoração do acordo para se evitar o calote do Tesouro dos EUA. (Págs. 1 e A3)

 
Editorial

O acordo contra o calote
A chacina do Ramadã
Aliando-se ao ''inimigo'' chinês
O ministro da Fazenda foge das críticas à nova política

Espaço Aberto

A defesa no sentimento nacional :: Mario Cesar Flores
Acordo na beirada :: Ilan Goldfajn

Colunas

Direto da Fonte :: Sonia Racy
Sem intervalo :: Cristina Padiglione
Celso Ming
José Paulo Kupfer
Dora Kramer

Opinião

A dívida e os empregos nos Estados Unidos :: José Pastore
 
Nacional

Na esteira da ''faxina'' de Dilma, oposição quer levar cinco ministros ao Congresso
Dilma escala Gleisi para fazer cobranças diárias aos colegas
Planalto chama PR antes de ex-ministro discursar
Filha de superintendente ganha promoção no Dnit
Jobim diz não ser um ministro ''dissimulado''
''Fichas-sujas'' querem salários retroativos
Siglas temem que prévia contagie eleição
''Se você faz, é difícil evitar as próximas''
Nascimento acena com discurso conciliador no Senado
PSDB filia e lança candidatos sindicalistas

Economia

EUA ainda preocupam e bolsas caem
Câmara dos EUA aprova o acordo
Atividade industrial ruim eleva tensão
Brasil está preparado se crise nos EUA se agravar, diz Tombini
Bancários querem 5% de aumento real nos salários
Governo quer acelerar devolução de R$ 24,5 bi
Superávit de US$ 3,14 bi bate recorde
CNI alerta para perdas no mercado
Ipea apura desvio de IED para setor não produtivo
Caixa retoma Minha Casa, Minha Vida
Importação de derivados pode subir de 5% para 40%
Usinas térmicas a gás podem ficar desligadas
Infraestrutura teve só 2,32% do PIB em 10 anos
JAC terá fábrica de R$ 900 mi no Brasil
Foxconn planeja ''contratar'' 1 milhão de robôs até 2014
Investimento bilionário no Brasil ainda está no papel

Vida&

Planeta
Músicos poderão exercer profissão sem registro, diz STF

 
Internacional

Síria amplia matança com tanques e EUA buscam no CS apoio contra Assad
Mediação do Brasil é vista com ceticismo
UE amplia sanções e cresce rechaço a ataques em Hama
ONG brasileira pressiona Itamaraty
Reação à repressão síria é tímida na região

Caderno 2

Em xeque, critérios da Funarte
Em SP, entidade enfrenta protestos



Esportes

Corinthians tem garantia da abertura
Governo vai dar à Fifa 100 opções de subsedes

Artigos
Obama cede na questão da dívida :: Paul Krugman

Resumo dos Jornais: O CORREIO BRASILIENSE

Primeira página



Manchete: Obama impede calote, mas recessão ameaça

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, obteve uma vitória parcial na tentativa de sanar a maior economia do mundo. Um acordo entre democratas e republicanos na Câmara dos Deputados elevou o limite da dívida pública em US$ 2,1 trilhões, de forma a permitir que o governo norte-americano tenha condições de honrar compromissos financeiros, como o pagamento de salário de servidores e de juros aos credores internacionais. A proposta aprovada na Câmara será votada hoje no Senado, com previsão de novas dificuldades para Obama, que enfrenta resistência até entre os colegas de partido. Além da batalha para evitar o calote, a Casa Branca tem outro grave problema: a iminente recessão. O pessimismo com uma desaceleração nos EUA se disseminou pelos mercados, que registraram uma queda generalizada nas bolsas. Em Minas, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está preparado para encarar a crise internacional. (Págs. 1, 10 e 11)

Fim do “eu não sabia”

Dilma exige que ministros prestem contas de todas as irregularidades cometidas ou denunciadas em suas pastas. (Págs. 1 e 2)

Esperança contra o descaso
Vyviane e Marcos ainda buscam razões para retomar a vida após a perda dos dois filhos num acidente, drama revelado pela repórter Lilian Tahan. Após sete meses de espera, um laudo que será divulgado hoje deve ajudar nas apurações sobre as causas do acidente, ocorrido em Goiás. O sofrimento do casal comoveu os leitores do Correio, que enviaram e-mails, cartas e fizeram comentários no site. (Págs. 1, 29 e Sr. Redator, 14)

Transporte: Ônibus caro pode custar empregos

Moradores do Entorno temem que o aumento das tarifas provoque a demissão de quem trabalha no DF. Os patrões chegam a gastar 61% a mais com o transporte deles. (Págs. 1 e 23)
Seca: 86 focos de incêndio num só dia
A Floresta Nacional e áreas próximas ao Aeroporto JK foram alguns dos locais atingidos ontem pelo fogo. A umidade relativa do ar caiu para 19%. (Págs. 1 e 24)
Chávez raspado
Venezuelano muda o visual
Em tratamento contra o câncer, ele garante estar eleito em 2012. (Págs. 1 e 17)
À prova de gripe
Anticorpo resiste a todos os vírus Cientistas anunciam a descoberta de célula que pode gerar vacina universal. (Págs. 1 e 19)
A batalha pelos votos do entorno
Partido de Agnelo Queiroz busca aliados para fazer frente à candidatura de Joaquim Roriz a prefeito de Luziânia. (Págs. 1 e 21)
Mais quatro áreas para os médicos
Conselho federal reconhece novas especialidades na saúde, entre elas as medicinas paliativa e tropical. (Págs. 1 e 9)
STF acaba com o registro de músicos
Supremo determina que o vínculo com a Ordem dos Músicos do Brasil não é mais obrigatório aos profissionais. (Págs. 1 e 25)

 
Opinião

Visão do Correio :: Massacre sírio
Ao futuro secretário :: Carlos Alexandre
A fragilidade na prevenção e no combate ao terror :: Lázaro Guimarães

Colunas

Brasil S/A :: Antonio Machado
Visto, Lido e Ouvido :: Ari Cunha
Nas entrelinhas :: Alon Feuerwerker
Brasília-DF :: Luiz Carlos Azedo
 
Política

Dilma enquadra todos os ministros
Temer é opção para a Defesa
Discurso no Senado
Ruralistas miram áreas de preservação
A nova ofensiva
Volta com a corda esticada
Para não desagradar o Planalto

 
Economia

Longe do calote, perto da recessão
"País está preparado"
Bolsas registram onda de prejuízos
Queda livre
HSBC corta 30 mil vagas
Produção encolhe
Indústria perde clientes
Invasão estrangeira
Os campeões dos celulares
Pioneirismo no 4G
Bancário quer 12,8%
BRB exclui sete cargos

Brasil

Brasília de todas as nações
De temporários a moradores fixos
Tratamento paliativo vira especialidade

 
Mundo

Uma afronta à ONU
Ele está no centro do horror
Chávez reaparece de cabelo raspado
Entrevista - Moshe Ya`alon

Cidades

Entorno mobiliza políticos do DF
Mudanças à vista no PT
Previsão estatutária
Aposentadoria de Durval é questionada
Músico livre de registro
União por alíquota de 7%
Faturamento 13,54% maior em maio
Fogo ameaça áreas ambientais

Resumo dos Jornais: VALOR ECONOMICO

Primeira Página
Manchete: Plano Brasil Maior sai e desonera folha de salários

Alertada por líderes empresariais da necessidade de medidas de forte impacto na nova política industrial, a presidente Dilma decidiu, com seus ministros, garantir o corte de impostos sobre as folhas de salários em empresas que empregam muita mão de obra, como as dos setores de têxteis, calçados e móveis. Ela também anunciará hoje decreto para privilegiar fabricantes nacionais em compras de governo nos setores de Informática e Telecomunicações, Defesa e Saúde.
Ontem à noite, Dilma reuniu-se com ministros para definir os detalhes finais do "Plano Brasil Maior". A Polícia Federal será convocada a participar de um grupo formado pela Receita Federal e a Secretaria de Comércio Exterior, para combater fraudes nas importações. (Págs. 1 e A3)

Kirin compra a Schincariol por R$ 4 bi

A Kirin, tradicional fabricante japonesa de cerveja e refrigerantes, comprou 50,45% da Schincariol, segunda maior cervejaria do Brasil, por R$ 3,95 bilhões. Pela operação, fechada ontem, os japoneses compraram a parte do capital pertencente aos sócios Adriano Schincariol, presidente da companhia, e de seu irmão Alexandre Schincariol. O restante do capital (49,5%) continua sendo dos primos Gilberto e José Augusto Schincariol.
A Kirin, que faturou US$ 26,7 bilhões em 2010, interessou-se pelo negócio há quatro meses. Metade da dívida líquida da cervejaria brasileira, de R$ 1,1 bilhão, está sendo assumida pela Kirin. Adriano Schincariol deve permanecer no comanda por pelo menos um ano. (Págs. 1 e D3)

Acordo preserva os EUA de choque fiscal

O acordo para elevar o teto da dívida e reduzir o déficit orçamentário dos EUA poderia desacelerar ligeiramente o crescimento econômico do país no próximo ano, num momento em que a recuperação continua frágil. O acordo, porém, pode também elevar a confiança entre os investidores, empresas e consumidores porque elimina as incertezas e porque é um passo na direção de uma redução do déficit.

A primeira rodada de cortes de gastos será feita no ano fiscal 2012, que começa em outubro. Os gastos discricionários, que precisam de aprovação do Congresso, cairiam em US$ 25 bilhões, ou 2,1%, em relação ao valor projetado pelo CBO, órgão do Congresso que assessora os partidos em temas orçamentários. Os cortes reduziriam entre 0,1 e 0,2 ponto percentual a taxa de crescimento. O projeto de lei pede outros US $ 47 bilhões em cortes de gastos discricionários no ano fiscal de 2013, uma redução de 3,9% em relação à estimativa do CBO. (Págs. 1 e A9)

 
Produção industrial global perde fôlego

 
A produção industrial global está próxima da estagnação, confirmando que a desaceleração na economia mundial é forte e ampla. Cresce o sentimento no mercado de que o aperto fiscal nos EUA e na Europa vai travar a economia internacional por vários anos, afetando o comércio internacional, os mercados de ações, os preços de commodities industriais e mantendo as taxas de juros baixas por mais tempo do que se previa. (Págs. 1 e A8)

Foto legenda: Planejamento estratégico

O plano do grupo de publicidade Publicis para o Brasil está traçado. Maurice Lévy, CEO mundial, diz ao 'Valor': "Nossa ambição é nos tornarmos o primeiro ou segundo ator em dois ou três anos".(Págs. 1 e B6)

Asiáticos farão máquinas pesadas no país

Quatro gigantes asiáticos da indústria de máquinas pesadas de construção devem desembarcar no Brasil nos próximos dois anos e investir US$ 610 milhões na construção de fábricas no país. A necessidade de grandes investimentos em infraestrutura, mineração e habitação atraíram as sul-coreanas Hyundai e Doosan e as chinesas Sany e Xuzhou Group.

Todas já testaram o mercado com importações. As vendas de máquinas da Hyundai no Brasil, por exemplo, mais do que triplicaram em 2010 e o grupo anunciou plano de investir US$ 150 milhões em uma fábrica em Itatiaia. (Págs. 1 e B1)

Como educar o investidor?

No contexto atual de expansão econômica, renda e oferta de crédito maiores, a educação financeira se torna mais importante. O tema entrou na pauta do governo e começa a ganhar as salas de aula. Mas, alertam os especialistas, deve ser assunto também de família, para adultos e crianças. Ser um investidor bem informado e educar financeiramente os filhos são cruciais para o futuro de cada um - e do país. A ValorInveste circula hoje para assinantes e venda em bancas. (Págs. 1 e Revista)

ViaQuatro prevê receitas de R$ 540 mi por ano com metrô, diz Valença (Págs. 1 e B7)


Brasil começa a criar regulamentação para agências de rating (Pág. 1)

Países e empresas entram na era da ciberguerra (Págs. 1 e A12)

Energia sem termelétrica

A seca habitual de inverno este ano demorou mais a chegar nas áreas onde estão localizados os reservatórios de usinas hidrelétricas. Até o dia 31 de julho, não foi preciso acionar usina termelétrica. (Págs. 1 e A2)

 
Cautela argentina

Ao contrário do que afirmam funcionários do governo em Brasília, a Argentina vê com cautela a proposta brasileira de aumentar as tarifas de importação do Mercosul para proteger a indústria contra produtos chineses. (Págs. 1 e A3)

Campanhas salariais

Os reajustes salariais do segundo semestre não pressionarão a inflação. Esta é a avaliação da equipe econômica do governo, contestada por metalúrgicos, petroleiros e bancários, que começam a negociar aumentos nos salários. (Págs. 1 e A4)

 

Shopping com jardim

Redescoberto pelo mercado imobiliário, o paisagismo e começa a ser item obrigatório nos pianos de shoppings - inclusive aqueles direcionados à classe C. Nos últimos 12 meses, a Landscape dobrou o número de projetos para esses espaços. (Págs. 1 e B5)

Embaré no Sudeste

Depois de cinco décadas vendendo leite em pó sobretudo para a região Nordeste, a mineira Embaré estreou ontem um novo produto para tentar reforçar sua presença no Sudeste. (Págs. 1 e B12)

 
HSBC sai de crédito para veículos

O HSBC Brasil está saindo do ramo de financiamento de veículos para não clientes. O banco suspendeu a oferta de crédito em 300 concessionárias e revendas. A instituição estaria negociado a venda da carteira para o PanAmericano. (Págs. 1 e C1)

 
Parcerias da Cielo
A Cielo fechou parceria com a Credicard e já está aceitando em suas máquinas transações com o Diners Club International. O acordo também contempla a captura de operações com os cartões da Discover. (Págs. 1 e C7)

Ideias

Antonio Delfim Netto
O Tesouro dos Estados Unidos não enfrenta problema de solvência e muito menos de liquidez. (Págs. 1 e A2)
Luiz Gonzaga Belluzzo
Graças a estratégias eficazes, os chineses não só crescem acima da média mundial com elevada taxa de investimento. (Págs. 1 e A11)

Editorial
PAC 2 confirma o ritmo lento dos investimentos

 
Opinião
Em busca de profissionais com uma boa qualificação :: Miguel Jorge

Frase

Colunas

Raymundo Costa
Antonio Delfim Netto
Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo
Daniele Camba
Eduardo Campos

Política

Pauta econômica ganha prioridade na volta do recesso
Ampliação da base divide petistas
Planalto considera reduzidas as chances de Jobim ser demitido
"Todos sabiam de minha relação com Serra"
Rossi nega crise no PMDB e Jucá desculpa-se por acusações do irmão
Juízes federais reivindicam vaga de Ellen
Repartição do FPE deve envolver royalties e ICMS, diz estudo
Peri só pode ser julgado pelo STF

 
Brasil

Plano prevê tributo menor na exportação e nos investimentos
Importação de carros volta a crescer e supera US$ 1 bi em julho
Argentina reluta em aceitar aumento temporário da TEC
Empresas propõem revisão da parceria entre Brasil e UE

Curtas

Disputa entre setor elétrico e São Paulo no STF pode mudar cobrança de ICMS
Sem uso de usinas termelétricas, energia fica mais barata este ano
Chuvas no PR afetam 120 mil
Desaceleração reduzirá força de sindicatos, avalia governo
Centrais organizam passeata de lideranças em São Paulo
Construtoras rejeitam negociação em canteiro de obras
Mercado eleva de novo projeção para inflação

 
Internacional

Aperto fiscal deve ter efeito pequeno nos EUA em 2012
Plano avança pouco na redução do déficit
Temor com a economia dos EUA faz mercado reagir mal
Indústria global perto da estagnação
Brasil atuará em mediação na Síria

 
Especial
Era da ciberguerra começou e envolve países e empresas

Empresas & Tecnologia

Asiáticos invadem mercado de máquinas e acirram disputa
Real valorizado favorece importações
TAM faz reestruturação do alto escalão
ANS inclui 69 itens médicos obrigatórios
Bombardier almeja 30% do mercado de jato executivo
Parceria inédita traz fábrica da JAC ao Brasil
Cai a contratação de terceiros para a administração da logística interna
Mercado imobiliário vai crescer acima do PIB
Setor busca novos modelos para expandir atuação

 
Finanças

HSBC negocia venda de carteira de veículos para o PanAmericano
Agência de rating deverá ter registro na CVM
Indústria naval deve ter R$ 9 bi em financiamento
América Latina e Ásia passam ilesos de cortes do HSBC

Investimentos

Defesa com mercado interno
Caso George Soros mostra temor dos ricos com novas regras nos EUA
Ações da Oi reagem à relação de troca
Petrobras prepara eleição de empregado conselheiro
O desafio de voltar ao trabalho após a penitência

 
Agronegócios
Milho transgênico chega a 65% da safra

Curtas

Rússia cobra explicação para fim de embargo
Vale Fertilizantes lucra R$ 115 milhões
Apesar do preço alto, governo descarta intervir no mercado
Embaré estreia no segmento de longa vida

Legislação & Tributos
Supremo volta a julgar o Funrural inconstitucional

Destaques
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Ministros mantêm retenção de 11% sobre valor de nota fiscal
As vítimas civis da guerra fiscal
STF não define alíquota de ICMS