9 de julho de 2010
FATO IRRELEVANTE
O ESTADO DE S. PAULO
Dora Kramer
Outra vez - é a terceira só este ano - volta à cena o assunto da possível licença do presidente Luiz Inácio da Silva da Presidência para se dedicar exclusivamente às lides eleitorais. Outra vez o comando da campanha de Dilma Rousseff nega a hipótese.
O deputado José Eduardo Cardozo, um dos coordenadores que está o tempo todo ao lado da candidata, assegura que o assunto não foi sequer cogitado e aposta que nem será.
Como o próprio Lula já aventou essa possibilidade em público, seu entorno político fala disso sempre e deputados do PT e do PMDB têm defendido em voz alta a tese de que Lula licenciado faria Dilma ganhar no primeiro turno, a negativa de Cardozo significa que a cúpula da campanha situacionista não quer mexer com isso.
Pelo menos no momento. Há quem diga que o afastamento de Lula precisa ser guardado como "arma secreta" e há quem fale que a licença é ruim, pois pode "dar a impressão" de que a candidata não tem méritos para ganhar a eleição.
Não existe nada secreto em relação a um eventual pedido de licença nem é segredo que Dilma Rousseff anda pelas pernas e fala pela voz de Lula. Não há mistério a ser preservado.
O que há é um joguinho de cena muito mal-ajambrado de finalidade múltipla. Tanto pode servir para assombrar o adversário quanto para preencher espaço no noticiário ou para criar a ilusão de que o presidente Lula é um exemplo de correção: não usa a máquina pública em favor de sua candidata e só mergulharia na campanha mediante licença.
Ora, Lula não só se dedica exclusivamente a assuntos eleitorais como já declarou que sua prioridade é eleger Dilma. A licença não alteraria a participação dele na campanha que já é total e feita em tempo integral.
Essa história de fim de semana e depois do expediente só convence quem não tem olhos para ver nem ouvidos para ouvir o que vem acontecendo nos últimos dois anos.
Ademais, com licença ou sem licença Lula continua presidente, cargo que se perde antes do término regulamentar do mandato apenas por renúncia ou impeachment. Daí a irrelevância do tema.
Papelão. Boa figura internacional o Brasil teria feito se o presidente Lula ou o ministro Celso Amorim estivessem no lugar do chanceler espanhol, Miguel Moratinos, na foto do anúncio da disposição de Cuba de libertar 50 presos políticos.
Por opção preferencial pela camaradagem subalterna à ditadura castrista, o governo brasileiro ficou com a última palavra na condenação aos perseguidos materializada nas críticas de Lula à greve de fome de Orlando Zapata, no dia da morte do dissidente.
Não brinca mais. Lula montou o cenário contando com a vitória do Brasil na Copa do Mundo: desviou a seleção de seu caminho de ida à África do Sul para uma escala de beija-mão em Brasília e marcou um périplo africano, cuja última etapa coincidiria com a final da Copa.
Agora cogita não atender ao convite da Fifa para entregar a taça ao campeão na condição de presidente do país sede da Copa de 2014.
Lula alega cansaço, mas se realmente fizer a desfeita terá sido pelo pior dos motivos: a impossibilidade de faturar politicamente o acontecimento. Não apenas pela ausência do Brasil na final, mas também porque em junho de 2014 não será ele o presidente anfitrião.
Tira teima. O documento A grande transformação, apresentado como programa de governo de Dilma Rousseff à Justiça Eleitoral depois de alterações moderadas, é qualificado de radical como se representasse a ala xiita do PT, mas foi aprovado pelo conjunto do partido em Congresso realizado há quatro meses.
Exibe no título uma incongruência: prega transformação enquanto a campanha presidencial é sustentada no pilar da continuidade.
Por essas e outras é inexorável que a candidata diga o que de fato lhe vai à mente a respeito do que fazer uma vez - e se - eleita presidente
ÓLEO POLÍTICO
O GLOBO
Merval Pereira
A aprovação pelo Senado da nova estatal Pré-Sal Petróleo S.A., sem que se tenha votada a mudança do sistema de concessão - ainda vigente por lei - para o de partilha na exploração dos novos campos, é uma demonstração de como o governo Lula traz a valor presente uma riqueza futura para tentar garantir a manutenção do poder futuro de seu grupo político.
A mudança das regras de exploração não encontra motivos técnicos razoáveis, mas veio apenas para aumentar o controle do Estado sobre o tesouro presumido, e provocou a disputa de futuros royalties entre os estados.
A cobiça atiçada pelo próprio governo, ao mudar um marco regulatório que até hoje tem dado bons resultados, tendo sido inclusive o responsável pela descoberta dos novos campos do pré-sal, gerou uma crise política entre os estados da federação que impede que a questão dos royalties do petróleo seja decidida antes da eleição de outubro.
Dois estados comandados por governadores do PMDB, Rio de Janeiro e Espírito Santo, tidos como da base política governista estiveram a ponto de romper com essa aliança devido aos prejuízos que teriam caso a nova repartição dos royalties, proposta pelos parlamentares gaúchos Ibsen Pinheiro e Pedro Simon, fosse aprovada.
Os impedimentos políticos para a votação persistirão após a eleição, e terão repercussão na base de apoio do futuro governo no caso de uma vitória da candidata oficial Dilma Rousseff.
A situação ficará mais indefinida ainda em caso de vitória do candidato da oposição José Serra, que já se posicionou contra a mudança da sistemática de distribuição dos royalties das áreas já licitadas no sistema de partilha, inclusive as do pré-sal.
Mas Serra ainda não assumiu posição sobre a mudança do marco regulatório, e, portanto, a aprovação da nova estatal do petróleo pode estar ameaçada em caso de vitória da oposição ou mesmo da impossibilidade de o governo aprovar a nova distribuição dos royalties.
A criação de uma nova estatal para gerir a riqueza dos novos campos, e a capitalização da Petrobras, aumentando a participação governamental no seu controle, são sintomas de que o governo pretende ampliar sua ingerência na exploração dos novos campos do pré-sal, como se isso fosse necessário para aumentar sua participação nos lucros.
O discurso ideológico do governo vende a idéia de que é preciso aumentar o controle estatal nas jazidas de pré-sal, e se necessário ampliar também a participação acionária do governo na Petrobrás, admitindo até mesmo voltar a ser majoritário no capital total da empresa, para que nosso tesouro do pré-sal não seja controlado por investidores privados, especialmente os estrangeiros.
Além do mais, a criação de mais uma estatal no país reforça a idéia do "estado forte" que tanto entusiasma o governo lulista.
Há quem chame a atenção, como o consultor Adriano Pires, de que a medida aumenta a ineficiência no setor, politizando ainda mais as decisões e permitindo que seus cargos sejam loteados entre os partidos políticos.
Se mesmo a Agência Nacional de Petróleo, cuja atuação ficará comprometida pela criação da nova estatal, foi politizada com a entrega de sua direção ao PCdoB, o que dizer de mais uma estatal para ser aparelhada pelo governo?
Pires ressalta em seu blog que mesmo os que defendem a criação da nova estatal sempre alegaram que a principal razão para a sua existência seria a adoção do regime de partilha nos campos do pré-sal, o que torna incompreensível que a criação da Pré-Sal Petróleo tenha sido votada antes do novo marco regulatório.
A decisão aumenta o controle governamental de um setor com fundamental importância estratégica, e faz da Petrobras a ponta de uma política industrial que tende a concentrar negócios na cadeia produtiva.
Mas por isso mesmo pode afugentar as empresas estrangeiras, diante da hegemonia da estatal brasileira na exploração e suas vantagens comparativas.
A nota da Receita Federal afirmando que os acessos às declarações do contribuinte Eduardo Jorge Caldas Pereira dos exercícios de 2008 e 2009 ocorreram "por pessoas autorizadas, mediante uso de senha pessoal e certificação digital", torna mais grave ainda a situação.
Como se sabe, o jornal "Folha de S.Paulo" teve acesso a essas declarações através de um dossiê que estava sendo organizado pelo núcleo de inteligência da candidatura de Dilma Rousseff, o mesmo que tentou contratar espionagem sobre o candidato oposicionista José Serra.
Ora, se todos os acessos foram identificados, a Receita já sabe quais foram os funcionários que manipularam as declarações do vice-presidente do PSDB, e não precisará de mais um mês - tempo que levou para divulgar a nota oficial sobre o caso - para definir quais razões os levaram a fazer isso.
No caso do caseiro Francenildo Pereira, também foi um funcionário autorizado da Caixa Econômica Federal que entrou em sua conta e quebrou seu sigilo bancário sem razão funcional a não ser tentar proteger o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci.
Caso os acessos não tenham sido motivados por razão de serviço, diz a nota oficial da Receita, "o responsável pelo acesso imotivado estará sujeito à penalidade de advertência ou suspensão de até noventa dias."
Esse tratamento burocrático de uma transgressão legal com fins políticos seria risível se não significasse mais uma ameaça ao estado de direito no país.
RESUMO DOS JORNAIS: ESTADÃO
Manchete: Congresso eleva todas as aposentadorias pelo salário mínimo
Proposta por senador petista, medida passou na Lei de Diretrizes Orçamentárias
Emenda incluída pelo senador petista Paulo Paim (RS) na Lei de Diretrizes Orçamentárias, aprovada ontem pelo Congresso, indexa todos os reajustes dos benefícios previdenciários à política de reajuste do salário mínimo com ganho real. Os benefícios da Previdência até o piso mínimo já recebem como reajuste anual o valor do aumento concedido ao salário mínimo. A emenda de Paim estende essa política aos benefícios com valor acima do mínimo. Paim ainda queria que fosse usado no cálculo da correção o crescimento econômico deste ano, que o BC estima em 7,3%, mas a iniciativa foi barrada. O texto ainda depende de sanção do presidente Lula. (Págs. 1 e Economia B1)
Entrevista exclusiva: Dunga: 'Derrota para Holanda foi fatalidade'
Dunga não quer nem ver a final da Copa. “Vai ficar uma ferida", disse o ex-técnico da seleção brasileira, em entrevista ao Estado, a respeito da derrota para a Holanda. "Isso não se esquece. Futebol é minha vida", afirmou ele, que negou ter cometido erros de planejamento. Para Dunga, o volante Felipe Melo "pagou a conta" pela eliminação, como ele próprio pagou na Copa de 90. (Págs. 1 e E1)
Foto legenda: Certezas. Dunga defendeu sua rigidez em torno da seleção
Lula vai embora e causa mal-estar
O presidente Lula alegou cansaço e decidiu não ficar na África do Sul para assistir a Holanda x Espanha. Na Fifa, a atitude foi vista como desfeita. Tradicionalmente, o presidente do próximo país-sede é um dos atores principais da final. Ontem, a Fifa se apressava para refazer a disposição da área VIP do estádio. (Págs. 1 e E2)
O segredo da estrela da festa
Lançada ontem, a logomarca de 2014 é um mistério: sabe-se apenas que foi criada por um escritório brasileiro. (Págs. 1 e E2)
Bruno viu a morte de Eliza e cogitou matar bebê, diz polícia
A investigação da polícia mineira pôs ontem o goleiro Bruno Fernandes na cena do cárcere e do homicídio de Eliza Samudio, sua ex-amante. O ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos foi apontado como o autor da execução e o responsável por ocultar O corpo. O plano inicial era matar também o filho de Eliza. Na primeira noite na cadeia, o goleiro, cujo contrato com o Flamengo foi suspenso, falou sobre futebol, informa a repórter Gabriela Moreira. "Estava com o contrato do Milan nas mãos", disse a policiais. (Págs. 1 e Cidades C1)
Foto legenda: Destino inadequado
Lixão na periferia de Brasília, que passa a ser ilegal de acordo com a nova legislação aprovada pelo Senado; cerca de 70% dos municípios brasileiros dão destinação inadequada para resíduos sólidos, aponta estudo. (Págs. 1 e Vida A13)
Dissidente cubano põe fim a jejum
A Igreja Católica cubana divulgou a lista dos 5 presos políticos que serão soltos. O dissidente Guillermo Fariñas decidiu encerrar greve de fome após 134 dias. (Págs. 1 e Internaclonal A10)
Campanha mais cara é de Roraima
As estimativas de gastos dos candidatos aos governos dos 26 Estados e do DF somam R$ 1,5 bilhão. Roraima terá a campanha mais cara do País: R$ 116,72 por eleitor. (Págs. 1 e Nacional A4)
Estudo liga inflação a alta de serviços
Estudo da Fazenda mostra que a inflação de serviços (restaurantes, gasto com empregado doméstico) é o fator que mais pesou no IPCA nos últimos anos. (Págs. 1 e Economia B3)
Procuradora que torturou é condenada (Págs.1 e Cidades C3)
Descobertos anticorpos resistentes ao HIV (Págs. 1 e Vida A14)
Custos do divórcio devem cair até 50% (Págs. 1 e Vida A14)
Notas & Informações: Nova política para o lixo
A política nacional para o lixo é enorme avanço. É de se lamentar que tenha demorado tanto. (Págs. 1 e A3)
Primeira Página
Congresso eleva todas as aposentadorias pelo salário mínimo
Campanha mais cara é de Roraima
Editorial
Nova política para o lixo
O recrudescimento da dengue
O mercado sindical
A indústria nacional não está em fase de recessão
Espaço Aberto
A história do amianto e da lei que ''não pegou'' :: Washington Novaes
Os nanicos de esquerda :: Luiz Sérgio Henriques
Colunas
Dora Kramer
Celso Ming
Opinião
A apoteose e os limites do escapismo :: Rogério L. F. Werneck
Nacional
Roraima deve ter a campanha mais cara do País, com R$ 116 por voto
Lúcio Alcântara, com gasto de R$ 50 mi, só fica atrás de Alckmin
Alckmin sugere criar ''BNDES da habitação''
Em Bauru, Mercadante promete sistema de trens mais velozes
Grupo do ''mensalão do DEM'' se alia a Roriz no DF
Roseana Sarney declara bens de quase R$ 8 mi
Jader manobra e atrapalha planos do PT no Pará
Ficha Limpa pode não pegar, teme Weber Abramo
Servidores da Justiça Eleitoral mantêm greve
José Alencar permanece internado em São Paulo e é submetido a exames
Dilma fala em controle público de meios de comunicação
Coordenação da campanha de Serra terá filial em Minas
Ibama avalia obras de Leal em área de proteção
Receita acessou declaração de tucano
No Pará, PT aposta alto pela reeleição de Ana Júlia
Candidatos ampliam promessas no social
Economia
Nova lei atrela correção de todas as aposentadorias ao reajuste do mínimo
Arrecadação perde fôlego em junho e põe em risco meta fiscal
Receita faz operação contra importados pelo Correio
Serviços levam inflação a superar centro da meta
Empresários do setor de serviços estão pessimistas
Inadimplência sobe 5,59% em junho
Para o FMI, Brasil deve crescer 7,1% em 2010
Ibama interdita porto de Paranaguá
Devolvidas áreas do 1º leilão da ANP
País perde por não definir as regras do jogo
Senador barra reforma do Cade para reduzir multas e evitar análise prévia
Atraso na votação pode ter reflexo no ambiente de negócios
Banda larga móvel terá metas de qualidade
Vida&
Metade do lixo tem destino inadequado
Indústria se prepara para recolher equipamentos usados
Inscrições para o Enem terminam às 23h59 de hoje; candidato precisa ter CPF
Descobertos anticorpos resistentes ao HIV
Processo de divórcio pode ficar 50% mais barato
Moratória da soja valerá por mais um ano na Amazônia
Internacional
Cuba divulga lista de presos libertados e opositor põe fim a greve de fome
Esportes
Lula se nega a ir à final da Copa e causa mal-estar
Frustração pela eliminação é a razão da ausência
RESUMO DOS JORNAIS: O GLOBO
Manchete: Dados de dossiê contra tucanos saíram de auditores da Receita
Órgão descarta invasão externa do sistema e investiga motivo dos acessos
Servidores autorizados da Receita Federal acessaram dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira - posteriormente incluídos num suposto dossiê contra tucanos que estaria sendo preparado nos bastidores da campanha de Dilma Rousseff (PT). Este foi o resultado preliminar da investigação da Receita sobre o vazamento. Em nota, o órgão informou que não houve violação ou invasão do sistema. A Receita identificou os acessos aos dados do tucano e investiga o motivo deles, mas não deu nomes de responsáveis. Para o órgão, é preciso verificar se o vazamento saiu mesmo do Fisco. Eduardo Jorge diz que há "embromação". (Págs. 1 e 3)
Gafômetro
Dilma Rousseff criticou a tentativa de mudança de cálculo do reajuste do mínimo e acusou a oposição pela medida. Mas a proposta era de um senador do PT. Também mostrou desconhecimento sobre projetos de educação e segurança em SP. (Págs. 1 e 4)
SuperVia será metrô, diz Serra
No primeiro ato de campanha no Rio, um passeio de trem urbano com ar-condicionado fora do horário de pico, o tucano José Serra prometeu que fará um metrô de superfície com as composições da SuperVia. (Págs. 1 e 15)
Polícia: Bruno estava na cena do crime
Goleiro é acusado de premeditar homicídio; ex-policial que matou Eliza Samudio é preso
O chefe do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa de Minas, delegado Edson Moreira, afirmou que o goleiro Bruno, do Flamengo, assistiu ao assassinato de sua ex-amante Eliza Samudio, por um ex-policial civil mineiro, que foi preso ontem. A Polícia Civil mineira acredita ainda que o crime foi premeditado pelo atleta e por seu amigo Macarrão. Bruno deverá ser indiciado por homicídio triplamente qualificado, cuja pena máxima é de 30 anos, além de outros crimes. (Págs. 1 e 16 a 19)
Procuradora vai pegar 8 anos
Em menos de um mês, a Justiça condenou a procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant'Anna Gomes a oito anos e dois meses de reclusão, em regime fechado, por ter torturado uma menina de 2 anos que estava sob sua guarda provisória. (Págs. 1 e 21)
Foto legenda: Com a bíblia nas mãos, o goleiro Bruno, ao lado de seu empregado e amigo Macarrão, é levado pelo camburão
Dívida é das maiores entre os emergentes
O Brasil é um dos que têm a maior divida entre paises emergentes, segundo ranking do FMI. A dívida total é de 67,2% do PIB e perde apenas para Hungria e Índia, em 27 países pesquisados. A China, por exemplo, tem apenas 20% do PIB, e o Chile, 4,4%. A capitalização do BNDES, nos últimos meses, agravou o problema, alertam analistas. (Págs. 1 e 25)
Cubanos soltos serão exilados para Espanha
O chanceler espanhol, Miguel Ángel Moratinos, afirmou que os presos políticos a serem soltos em Cuba terão que deixar o país. O dissidente Guillermo Fariñas suspendeu a greve de fome de 135 dias. (Págs. 1 e 30)
Liquidando de vez a Guerra Fria
EUA e Rússia fecharam o maior acordo de troca de espiões desde a Guerra Fria. Dez russos foram deportados para Moscou, enquanto quatro agentes seriam soltos pela Kremlin. (Págs. 1 e 31)
Casais não terão de esperar até dois anos para se divorciar (Págs. 1 e 15)
Primeira Página
Dados de dossiê contra tucanos saíram de auditores da Receita
Dívida é das maiores entre os emergentes
Editorial
Na educação, a busca do tempo perdido
Um sopro de bom senso em Cuba
Opinião
A apoteose e os limites do escapismo :: Rogério Furquim Werneck
Colunas
Panorama Político :: Ilimar Franco
Merval Pereira
Ancelmo Gois
Panorama Econômico :: Míriam Leitão
Negócios & Cia :: Flávia Oliveira
Hermano Vianna
O País
Dados saíram da Receita
PT minimiza erros com programa de governo
Maquiagem
Jantar para aliviar o clima
Dilma condena fórmula do mínimo proposta por petista
Escorregadas sobre educação e policiais
Governo cria brecha para novos cargos
Com votação da LDO, Congresso entra em recesso: dedicação a campanhas
Vou colher o que plantei, diz Lula
No Rio, Serra promete metrô de superfície
Dilma e Marina hoje no Rio
Reforma política, o alvo da nova campanha
Até o fim
PSOL pede impugnação de Roriz
Senado aprova emenda que agiliza divórcio em separações amigáveis
Aposentadoria deixa de ser punição para juízes
Economia
Dívida emergente
Ibama interdita portos por falta de licença ambiental
Sonegação no petróleo: Receita estranha demora de empresas
Emprego na indústria sobe, mas renda cai
Vivo: tribunal europeu condena veto português
Negócio é bom para o país, avalia governo
Empresas têm que revelar salário de executivo
Setor de fertilizantes atrai R$3,3 bi, com aposta em produção maior de grãos
Vale vai transportar mais aço da Usiminas
O Mundo
Com passagem só de ida para a Espanha
Lula tentou interferir, diz Garcia
Rio
Dilma e Marina lamentam mais um caso de violência contra a mulher
Esportes
Kassab admite que São Paulo pode perder abertura
Um novo mapa esportivo
Lula promete transparência
RESUMO DOS JORNAIS: JORNAL DO COMÉRCIO

Manchete: Briga ambiental fecha o segundo porto do país
Ibama bloqueia Paranaguá por falta de licença
O porto de Paranaguá, o segundo mais movimentado do país, foi fechado por determinação do Ibama, que aplicou multa de R$ 4,8 milhões. O instituto informou que o bloqueio ocorreu por falta da licença ambiental. Esta semana, o porto de Santos também tinha passado pela mesma situação. Com o fechamento, até o início da noite, 13 navios estavam no cais e outros 45 aguardavam ao largo. (Págs. 1 e Economia A17)
Foto legenda: Copa de 2014 já começou
Até a próxima - O ministro Orlando Silva, Romário, Bebeto, Ricardo Teixeira, Lula, Cafu, Parreira, Blatter e Carlos Alberto Torres participaram, em Joanesburgo, do lançamento oficial da Copa de 2014, a ser disputada no Brasil. No evento, foi exibida pela primeira vez a logomarca do Mundial: mãos verdes e amarelas, formando uma taça. (Págs. 1 e Economia A17 e Esportes D2)
Acusado de matar Eliza é preso em MG
Bruno e Macarrão vão para Minas
A polícia tem certeza de que o goleiro do Flamengo, Bruno, assistiu à execução da ex-amante, Eliza Samudio, numa casa de Vespasiano (MG). A Justiça autorizou a transferência do jogador e de seu amigo, Macarrão, para Minas Gerais. Acusado de estrangular e esquartejar a jovem, o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos se entregou. (Págs. 1 e Tema do dia A2 a A4)
Serra nos trilhos da Central
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, fez seu primeiro corpo a corpo no Rio. Ele foi de trem da Central, no Centro, até Bangu. Já a candidata do PT, Dilma Rousseff, fez campanha em Bauru (SP). (Págs. 1 e País A6)
Cuba: greve de fome chega ao fim
Um dia depois da promessa do governo cubano de libertar 52 presos políticos, o dissidente Guillermo Fariñas pôs fim à greve de fome iniciada há 135 dias. Era esperada a libertação de cinco presos ainda ontem. (Págs.1 e Internacional A22)
No Haiti, o socorro no limite
Seis meses após o terremoto, agências humanitárias que ajudam as vítimas do terremoto no Haiti estão trabalhando no limite de sua capacidade. Saneamento básico é a maior carência. (Págs. 1 e Internacional A20)
Colunas
Coisas da Política :: Mauro Santayana
Informe JB :: Leandro Mazzini
Opinião
O Brasil está atraente para negócios :: Marcus Quintella
Aproximam-se as eleições :: Dom Orani João Tempesta
RESUMO DOS JORNAIS: VALOR ECONÔMICO
Manchete: Obras da Copa-14 já andam, mas os atrasos preocupam
As obras da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 2014, começaram a sair do papel, mas 7 dos 12 estádios estão com os cronogramas atrasados. Enquanto cinco atrasos são relativamente pequenos (variam de dois a cinco meses), dois projetos ainda estão completamente indefinidos e podem ficar de fora da Copa: o Morumbi, em São Paulo, e o Arena da Baixada, em Curitiba. Nas obras de infraestrutura urbana e nos aeroportos, os problemas são maiores, e muitos projetos executivos ainda não foram feitos.
Apesar dos atrasos, o andamento das licitações para transformar os atuais estádios em arenas multiuso (ou construí-las do zero) mostram que os governos foram capazes de criar equações financeiras para tornar viáveis os projetos e atender às exigências da Fifa. No Distrito Federal, terrenos estão sendo vendidos para pagar a reforma de R$ 696 milhões do Mané Garrincha e transformá-lo em alternativa para a abertura da Copa. O governo do Mato Grosso formou um fundo de R$ 1 bilhão com recursos orçamentários e financeiros para cobrir os custos da nova arena e as prescrições da Fifa.
Após o Mundial, todos os estádios do Nordeste serão explorados economicamente pelos consórcios. A concessão mais longa será na Bahia, de 35 anos, e a mais curta, de somente oito anos, no Ceará. A licitação do Maracanã, com preço limite de R$ 720 milhões, foi adiada para 15 de julho. No Rio Grande do Sul, ao contrário de São Paulo e Paraná, a iniciativa privada está bancando os projetos.
O BNDES criou uma linha de R$ 4,8 bilhões para construção ou reforma dos estádios. Quatro pedidos - Ceará, Amazonas, Bahia e Rio - já foram formalizados. Ontem, em Johannesburgo, na África do Sul, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o país apresentou oficialmente o emblema da Copa de 2014. (Págs. 1, A3 e A4)
Déficit externo cresce e traz inquietação
O desequilíbrio do setor externo tira a inflação do radar em cenários de médio prazo. A percepção dos economistas é de que a inflação será arrastada para o centro da meta no ano que vem. Já o setor externo volta ao debate ante a persistente tensão europeia e a perspectiva de que o Brasil, mesmo em desaceleração, continuará puxando as importações. Garantia de fontes de financiamento minimizam problemas adiante, mas elas podem ser comprometidas se os juros subirem nas economias desenvolvidas em 2001.
O Santander e o Itaú Unibanco sinalizam déficits em transações correntes em 2011 de, respectivamente, US$ 68,40 bilhões e US$ 82 bilhões. A pesquisa Focus indica déficit de US$ 57 bilhões - o dobro da projeção há um ano. (Págs. 1 e C8)
Empresa em recuperação anula penhora
Empresas em recuperação judicial têm recorrido à Justiça para evitar que seus bens sejam leiloados para o pagamento de dívidas tributárias, que por previsão legal não entram no plano de pagamento de credores. Em decisão recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que duas máquinas já leiloadas para o pagamento da União fossem devolvidas à Borcol Indústria de Borracha, por serem essenciais à manutenção da companhia. Em decisões semelhantes, o STJ considerou ainda o fato de não existir um parcelamento especial para empresas em recuperação. (Págs. 1 e E1)
Foto legenda: O arroz da Dreyfus
Forte nos negócios com suco de laranja, grãos e cana no país, a Louis Dreyfus aposta agora também no arroz brasileiro, que passará a exportar, diz seu presidente, Kenneth Geld. (Págs. 1 e B10)
Gas Natural Fenosa investe R$ 1 bi no país
A empresa espanhola Gas Natural Fenosa poderá integrar seus ativos no mercado brasileiro em uma holding, a Gas Natural Fenosa Brasil, que pode ser um passo para uma eventual abertura de capital. Hoje o grupo participa das distribuidoras de gás que controla no Rio e em São Paulo diretamente via matriz e por meio da Gas Natural Internacional. A integração das participações do grupo no Brasil em uma holding deve significar vantagens na hora de contratar empréstimos ou de emitir bônus.
No plano de negócios do grupo para 2010-2014, o investimento nas concessionárias controladas - CEG, CEG Rio e Gas Natural São Paulo Sul - será de R$ 1 bilhão. "Esse é o piso, mas pode ser mais", diz Sérgio Aranda, diretor para América Latina. O maior crescimento no mercado brasileiro deve vir de novos projetos, que incluem os setores de distribuição de gás natural e de geração de energia elétrica. (Págs. 1 e B5)
A mirabolante quebra do sigilo bancário suíço
Os e-mails anônimos tinham um assunto irresistível: "Evasão fiscal, lista de clientes disponível."
As mensagens, enviadas há dois anos para autoridades fiscais por toda a Europa, faziam uma afirmação audaciosa: o remetente poderia fornecer uma longa lista de clientes de um private bank na Suíça, além de acesso aos sistemas de computadores dele.
Os e-mails partiram dos computadores de Hervé Falciani e Georgina Mikhael, dois funcionários do HSBC Holdings PLC, dizem pessoas a par do assunto. Cópias de dados do HSBC acabaram nas mãos de autoridades fiscais francesas, que as estão utilizando para perseguir supostos sonegadores de impostos que têm dinheiro guardado na Suíça. As cópias incluem nomes e detalhes das contas bancárias de milhares de clientes de 180 países. A Suíça se opõe vigorosamente ao uso delas por autoridades estrangeiras para perseguir infratores fiscais. Agora é o governo francês que está prometendo entregar os dados a outros governos que queiram encontrar sonegadores. (Págs. 1 e A12)
Instabilidade faz banco menor virar pechincha
A escalada da aversão ao risco está afetando diretamente as ações dos bancos brasileiros, sobretudo as dos pequenos e médios, o que abre oportunidades para o investidor. O potencial de valorização para algumas instituições fica na casa dos 40% para os próximos 12 meses, enquanto o dos grandes bancos é de 28%, em média, estimam analistas. Dados os bons fundamentos dos bancos, os papéis podem ser interessantes, apesar de sujeitos a oscilações. (Págs. 1, D1 e D2)
Empresas japonesas voltam seus olhos para os pobres dos países emergentes (Págs. 1 e B7)
FMI alerta para risco de os EUA entrarem de novo em recessão (Págs. 1 e A9)
Crescimento sem inflação
A maior expansão do investimento em relação ao consumo das famílias sinaliza avanço do PIB sem risco significativo de pressão de preços. A conclusão é da CNI a partir dos dados do primeiro semestre. (Págs. 1 e A2)
Grande marcha ao Oeste chinês
O governo chinês está colocando em prática uma nova série de medidas para desenvolver a pobre região Oeste do país, numa estratégia que chama de "Grande Exploração do Oeste". (Págs. 1 e A9)
Investimento em São Paulo
A indiana Infosys, especializada em prestação de serviços de tecnologia da informação, vai ampliar suas operações no Brasil. Puneet Gill disse que a companhia está avaliando algumas localidades para a instalação de base em São Paulo. (Págs. 1 e B1)
Pesquisa médica no Brasil
A CellPraxis, voltada ao desenvolvimento de pesquisas na área de terapia celular, em parceria com a Unifesp, finaliza estudos de um novo medicamento para tratar de uma doença cardíaca. (Págs. 1 e B2)
Daslu em recuperação judicial
A Daslu, da empresária Eliana Tranchesi, entrou com pedido de recuperação judicial. A dívida é de R$ 80 milhões e envolve cerca de 200 credores. (Págs. 1 e B3)
Compras em Paris
O volume de compras “tax free” (isento de impostos) por turistas brasileiros cresceu quase 60% na França nos cinco primeiros meses deste ano. Turistas de outros países emergentes também gastaram mais. (Págs. 1 e B3)
Mais transporte de cargas
A FedEx ampliou em quase 37% sua capacidade de transporte de cargas a partir do Brasil, com o início das operações de uma MD11, que tem capacidade de transporte de 87,5 toneladas. (Págs. 1 e B4)
Soja na Amazônia
Três anos após a assinatura da moratória da soja na Amazônia, representantes do pacto nacional detectaram 76 novos focos de plantio na safra 2009/10. Na safra anterior, de 2008/09, foram 12. (Págs. 1 e B10)
Corretora Itaú em expansão
A Itaú Corretora pode ir a mercado para comprar outras corretoras no Brasil, disse Jean Sigrist, responsável pela área de pessoa física. De janeiro a junho, a corretora negociou R$ 98 bilhões em ações. (Págs. 1 e C2)
Cingapura investe no Brasil
A Temasek, companhia de investimentos do governo de Cingapura, anunciou que está interessada em ampliar sua presença no Brasil e no resto da América Latina, em setores como finanças e agricultura. (Págs. 1 e C3)
Ideias
José Roberto Campos
Governo Lula não deveria iniciar seu maior projeto, o caríssimo trem-bala, a seis meses do seu fim. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Cláudio Gonçalves Couto
Seria bem-vinda a reforma da lei que livrasse o país de normas eleitorais que institucionalizam o fingimento. (Págs. 1 e A5)
Primeira Página
Obras da Copa-14 já andam, mas os atrasos preocupam
Déficit externo cresce e traz inquietação
Instabilidade faz banco menor virar pechincha
Editorial
Bancos precisam repassar os ganhos com a internet
Opinião
Regras para um novo mercado :: Cláudio Ribeiro de Lucinda
Colunas
José Roberto Campos
Armando Castelar
Cláudio Gonçalves Couto
Eduardo Campos
Política
Dilma mira nas mulheres para vencer muralha tucana do interior paulista
Em Bangu, Serra é lembrado por Saúde e ouve salvas a Lula
Em Minas, Marina busca tucanos e petistas desiludidos
Aprovação da LDO dá início a recesso
Em cinco horas, passam mais de 20 projetos
"É 3,3% até 2014"
Brasil
Indicadores da CNI apontam para alta do PIB sem pressão sobre preços
Emprego na indústria sobe pelo 5º mês consecutivo
Ibama interdita portos de Paranaguá e Antonina
No Nordeste, só uma obra começou
Para 2014, CBF teme caos aéreo
Em Cuiabá e Manaus, velhos estádios já estão em demolição
Indefinição em SP afeta planos de transportes
A bola não para
Prazo para licitação do Maracanã está no limite
DF inicia reforma do Mané Garrincha no fim do mês
Cronograma de obras viárias foi alterado em BH
Projeto sem patrocínio pode tirar Curitiba da Copa
Internacional
Otimista, FMI eleva projeções, mas alerta para risco nos EUA
Empresas & Tecnologia
Com mais lançamentos, setor de cosméticos sofre punições da Anvisa
Espanhola Gas Natural define plano de negócio para o Brasil
Planejamento do setor tem taxa de insucesso de 50%
Liderroll fecha contrato para duto da Petrobras
Embraer fecha primeiro semestre com 110 entregas
Para Anatel, Telefônica corrigiu Speedy
Finanças
Dentro da jovem Anbima, choque de interesses dificulta integração
Senado aprova normas legais para atuação das empresas de factoring
Investimentos
Negociação pela Vivo precisa atender interesses políticos
Direito de veto do governo na Portugal Telecom é ilegal
Bancos em promoção
Agronegócios
Rossi vai à UE negociar carne e transgênicos
Saldo da balança do agronegócio cai em junho
Dreyfus agora investe em arroz e amplia aposta no café
Fusão entre Santelisa Vale e LDC gera ganhos de escala da ordem de 20%
Apesar de feijão, safra será recorde
Plantio de soja desafia a moratória na Amazônia
Legislação & Tributos
STJ suspende penhoras de bens de empresas em recuperação judicial
Receita reabre prazo para contribuinte incluir débitos no Refis
Cultura
Avant-Première
A voz que ainda falta aos pobres
No mundo da crença indiscutível
The Wall Street Journal Americas
Empresas japonesas miram pobres do mundo emergente
Cultura
Mercado para fins políticos
RESUMO DOS JORNAIS: ESTADO DE MINAS
Manchete: A sangue frio
Delegado afirma que Bruno viu a ex-amante Eliza Samudio ser executada. Bebê também seria morto, mas goleiro impediu na última hora. O policial se disse impressionado com a frieza do jogador, que depois teria ido para o sítio tomar cerveja com amigos à beira da piscina e era o único tranquilo enquanto todos estavam apavorados.
“Não aguento mais apanhar”
Foi o que disse Eliza pouco antes de morrer, segundo relato de testemunhas à polícia.
“Você não vai mais apanhar. Vai morrer”
Em resposta à modelo, Neném anunciou sua execução, segundo os depoimentos colhidos.
Acusado de estrangular e esquartejar Eliza se entrega
Marcos Aparecido dos Santos, o Neném, dono da casa onde teria ocorrido o crime, acabou preso no início da noite de ontem. Adestrador de cães, ele foi expulso da Polícia Civil de Minas.
Bruno já está preso em Belo Horizonte
Flamengo suspende contrato do atleta
Mãe de Eliza ganha a guarda do bebê (Págs 21 a 24)
Eleições: De bolso vazio a grandes fortunas
Patrimônio declarado de candidatos em MG varia entre zero e R$ 77,9 mi (Págs. 1 e 3)
Eleições: De bolso vazio a grandes fortunas
Patrimônio declarado de candidatos em MG varia entre zero e R$ 77,9 mi (Págs. 1 e 3)
Direitos humanos: Cubano encerra greve de fome
Na ilha, famílias comemoram. Mundo vê com cautela soltura de dissidentes. (Págs. 1 e 18)
Ciência: Mais perto da vacina contra Aids
Descobertos nos EUA anticorpos que barram ação do HIV no organismo. (Págs. 1 e 20)
Primeira Página
De bolso vazio a grandes fortunas
Editorial
Copa não é brincadeira
Opinião
A capitalização da Petrobras :: Cláudio A. Pinho
Colunas
Em dia com a política :: Baptista Chagas de Almeida
Política
De "nada a declarar" a R$ 78 milhões
Marina ataca "vexame" do PT
Mais um dia de corpo a corpo
Uma campanha bem remunerada
Justiça também é moral
Estratégia para buscar o voto
Entre os jovens
Na cola do presidente Lula
Economia
Recorde na safra segura o dragão
Samarco investe R$ 5 bilhões
Gerais
Prova do Enem sem CPF
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RESUMO DOS JORNAIS: FOLHA DE SÃO PAULO
Manchete: Fundos viabilizam Belo Monte
Para o governo, participação de principais fundos de pensão de estatais permitirá erguer hidrelétrica no PA, orçada em R$ 25 bi
O governo convenceu os três principais fundos de pensão de empresas estatais a participarem do projeto de construção da hidrelétrica de Belo Monte (Pará).
A Folha apurou que a Funcef (Caixa Econômica Federal) e o Petrus (Petrobras) participarão diretamente da construção da usina com cotas de 7,5% e 10%.
A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, participará via Neoenergia, empresa em que é sócia do grupo espanhol Iberdrola. A Neoenergia ficará com 10% da obra.
Segundo um auxiliar do presidente Lula, a participação dos fundos viabilizará o projeto, orçado em R$ 25 bilhões e prioritário para o Planalto em ano eleitoral - Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, foi mentora da obra. (Págs. 1 e B1)
Goleiro Bruno viu a ex ser assassinada, diz delegado
Para a polícia de Minas, o goleiro Bruno presenciou Eliza Samudio ser morta. Ércio Firpe, que assumiu a defesa dele após o advogado do Flamengo abandoná-la, negou participação de Bruno e seus amigos no crime.
Segundo o delegado Edson Moreira, Eliza foi morta perto de Belo Horizonte pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola. Preso ontem, ele também negou. (Págs. 1 e Cotidiano)
Cristina Grillo
Bebê esteve com Eliza durante o seu calvário (Págs. 1 e A2)
Foto legenda: Ao lado de Macarrão, Bruno segura bíblia em veículo policial; no destaque, Marcos Aparecido dos Santos, o Bola
Mercado teme sinais de nova recessão global em gestação
Indicadores de países desenvolvidos e da China ampliaram o receio de uma nova recessão, relata Érica Fraga. Há a possibilidade de um
"duplo mergulho” - após a contração em 2008, retração em 2011.
Há risco, diz John Bowler, da consultoria Economist Intelligence Unit. O Nobel Paul Krugman defende tese similar. Para o FMI, a
"turbulência financeira" ameaça a economia. (Págs. 1 e B3)
'Ficha-suja' pode fazer resultado de eleição atrasar
A participação de candidatos "fichas-sujas" na eleição, amparados em brechas na Lei da Ficha Limpa que permitem recurso eliminar, pode atrasar o resultado.
Muitos dos "fichas-sujas" poderão ter registros cassados só depois da eleição, o que obrigaria a refazer a totalização dos votos. (Págs. 1 e A4)
Senador do PSDB é investigado pelo Supremo
O Supremo Tribunal Federal investiga o senador tucano Marconi Perillo, candidato ao governo de Goiás, pela suspeita de ele ter recebido R$ 2 milhões de propina de frigoríficos. A defesa alega inocência. (Págs. 1 e A7)
Receita admite acesso a dados fiscais de tucano
A Receita admite que servidores consultaram dados fiscais de Eduardo Jorge, dirigente do PSDB, e apura se a consulta teve motivação ilegal. Dossiê feito pela campanha do PT trazia informações sobre o tucano. (Págs. 1 e A6)
Floresta tropical faz 1/3 de toda a fotossíntese da Terra, diz estudo (Págs. 1 e A14)
Boa notícia: Emprego industrial cresce pelo quinto mês consecutivo (Págs. 1 e B4)
Editoriais
Leia "Sem perspectiva", sobre a relação EUA-Israel; e "Polícia conciliadora", acerca da solução de delitos por meio de entendimento entre as partes. (Págs. 1 e A2)
Primeira Página
Fundos viabilizam Belo Monte
'Ficha-suja' pode fazer resultado de eleição atrasar
Senador do PSDB é investigado pelo Supremo
Receita admite acesso a dados fiscais de tucano
Editorial
Sem perspectiva
Polícia conciliadora
Opinião
São Paulo - Fernando de Barros e Silva: Bugres e caciques
Brasília - Melchiades Filho: Teste de resistência
José Sarney: Silêncio
Aliança do PT com PMDB causou "vexame" a Dilma, afirma Marina
Colunas
Painel
Janio de Freitas
Toda Mídia :: Nelson de Sá
Mônica Bergamo
Mercado Aberto
Rodolfo Landim
Tendências | Debates
Ivan Valente: A urgência da auditoria da dívida pública
Marco Antonio Villa: 1932 - Constituição e cidadania
Poder
Recurso de "ficha-suja" pode atrasar resultado de eleição
Coeficiente define número de eleitos por coligação
IR de tucano foi acessado, admite Receita
STF abre inquérito contra senador do PSDB
Defesa diz que Perillo é inocente e não participou de elaboração de lei
Falar em reajuste de mínimo é eleitoreiro, afirma Dilma
No Rio, Serra faz promessas para saúde, educação e transportes
Reduzido no Brasil, Fome Zero é levado para a Zâmbia
Após pedágios, Alckmin agora vê falta de leito em SP
PSDB apura tucanos em ato pró-Dilma
Mercado
Fundos garantem obra de Belo Monte
Os percalços de Belo Monte
Cresce temor de uma nova recessão no próximo ano
PT pode vender Vivo e continuar sócia
Anatel inicia análise sobre qualidade
Pane da Claro em SP segue sem explicação
Telecomunicações, planejamento e instituições
Emprego no setor industrial tem avanço pelo 5º mês seguido
Pequenas empresas estão mais otimistas
Safra deve igualar recorde de 2008
Bioeletricidade vai reforçar a matriz energética no Brasil
Petroleiras perdem espaço em lista das maiores firmas globais
Ibama lança ofensiva nos principais portos do país
Projeções apontam crescimento medíocre nos países avançados
Ásia continua a puxar avanço global, vê FMI
Bolsa de SP encerra semana mais curta com ganho acumulado de 3,3%
Mundo
Magistrados saem em defesa de colega refugiado no Brasil
Ciência
Florestas tropicais são maiores "máquinas" de absorver CO2
Cotidiano
PF prende 17 por tráfico internacional
Governo libera caminhões com excesso de peso e ameaça estradas
Divórcio rápido já provoca dúvidas
"A festa está marcada e a gente não pode casar", diz Viviane
Divórcio será "rapidíssimo", diz professor
Plano pagará médico por desempenho
Esportes
Cartola afirma que está tudo em dia com estádios da Copa-2014
Fifa vai dividir Brasil em 4 regiões no Mundial-14
De saída, Lula prevê Copa "inesquecível"
Festa tem música, vídeo, piadas e gafes
Prazo de SP está no fim, diz Teixeira
Para comitê paulista, Pirituba é só joguete
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