Lula perdeu o rumo e se contradisse, hoje quando Jean-Pierre Languellier, correspondente do Jornal Le Monde, lhe perguntou sobre ter sido o único presidente no mundo a declarar apoio explícito à reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, no Irã. "Não sei de onde você tirou essa informação", respondeu Lula.
O correspondente francês não hesitou em contrariá-lo, lembrando que o presidente havia comparado os protestos da oposição, realizados em Teerã, a um jogo de futebol com um chororô de perdedores. Lula tentou remendar e tentou escapar falando sobre outro assunto: "meu querido, não vi ninguém incomodado num mundo quando o Bush foi eleito", respondeu, voltando a defender a soberania do Irã das críticas do que chamou, de forma irônica, de "sabedoria milenar".
Lula deu mais uma enroladinha e lançou mão do mote: "As instituições iranianas devem resolver esse problema. Não cabe ao presidente do Brasil dizer se é justo ou não, se é bom ou não."
- "O cidadão foi eleito. Havia regras no seu país. Se as regras não agradaram os interesses da população, essa é uma luta interna da população", argumentou. "As instituições iranianas devem resolver esse problema. Não cabe ao presidente do Brasil dizer se é justo ou não, se é bom ou não."
È, mais, o correpondente do Jornal Le Monde, disse que Lula, há dois meses, foi o únicos chefes de Estado do mundo a apoiar explicitamente a controversa reeleição de Mahmoud Ahmadinejad à presidência do Irã,
O correspondente francês não hesitou em contrariá-lo, lembrando que o presidente havia comparado os protestos da oposição, realizados em Teerã, a um jogo de futebol com um chororô de perdedores. Lula tentou remendar e tentou escapar falando sobre outro assunto: "meu querido, não vi ninguém incomodado num mundo quando o Bush foi eleito", respondeu, voltando a defender a soberania do Irã das críticas do que chamou, de forma irônica, de "sabedoria milenar".
Lula deu mais uma enroladinha e lançou mão do mote: "As instituições iranianas devem resolver esse problema. Não cabe ao presidente do Brasil dizer se é justo ou não, se é bom ou não."
- "O cidadão foi eleito. Havia regras no seu país. Se as regras não agradaram os interesses da população, essa é uma luta interna da população", argumentou. "As instituições iranianas devem resolver esse problema. Não cabe ao presidente do Brasil dizer se é justo ou não, se é bom ou não."
È, mais, o correpondente do Jornal Le Monde, disse que Lula, há dois meses, foi o únicos chefes de Estado do mundo a apoiar explicitamente a controversa reeleição de Mahmoud Ahmadinejad à presidência do Irã,


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